sexta-feira, 7 de abril de 2017

DIA MUNDIAL DA SAÚDE: VAMOS DIZER NÃO À DEPRESSÃO?

O Dia Mundial da Saúde é celebrado no dia 7 de abril, tendo sido escolhido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, aquando da organização da primeira assembleia da OMS, cujo tema escolhido este ano foi a depressão, com o lema “Let’s talk” (vamos conversar).
Desta forma, partilho convosco esta oportunidade única de alertar para uma área de saúde cada vez mais ligada a um maior número de pessoas, necessitando que se promovam energicamente atividades com vista ao bem estar físico, mas sobretudo psicológico, de todos nós, logo hábitos de vida mais saudáveis no nosso quotidiano.

Sem sombra de dúvida que a depressão afeta pessoas de todas as idades, de todas as sociedades e de todas as condição económicas, para além de que provoca uma séria angústia e que tem impacto até na realização das tarefas mais elementares. E conversar abertamente sobre este tema, pode ser o primeiro passo para entender melhor sobre este assunto e ao mesmo tempo um verdadeiro auxílio ao minimizar possíveis consequências no que toca ao relacionamento com familiares e amigos mais próximos!

Atualmente, ao nível mundial, a depressão é a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos de idade, embora em Portugal, desde há muito, o suicídio seja sobretudo comum em pessoas mais idosas, nomeadamente se tiverem doenças crónicas incapacitantes ou se viverem sozinhas.

Mas também há uma boa notícia:

Se “se entregar a uma atividade criativa, provoca um aumento de bem estar no dia seguinte”, explica o Dr. Tamlin Connor, autor principal do estudo num artigo do Telegraph (Knitting crocheting jam making improve mental health study finds).  
Portanto, na minha opinião, coloquem um avental e sigam para a cozinha, já que, de acordo com esse mesmo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, a cozinha é um meio infalível para levantar a moral:
Este estudo foi realizado com 658 estudantes, a quem foi pedido manter um diário onde eles deveriam contar suas atividades e seu estado emocional durante 13 dias; de uma maneira geral, os participantes disseram que estavam mais felizes, mais calmos e mais enérgicos depois de terem feito uma atividade criativa na véspera! 

Para finalizar, a depressão também pode ser tratada e curada com alimentos naturaispodendo até trazer maiores benefícios ao cérebro do que alguns dos medicamentos porventura receitados pelo médico em causa, devido ao facto de agirem como autênticos antidepresivos naturais:

brócolos (ricos em cálcio, proteínas e vitamina B6, ajudando a manter um organismo saudável com a sensação de bem-estar);

batata doce (rica em l-triptofano, um aminoácido responsável por reduzir e prevenir a ansiedade e depressão, para além de possuir altas quantidades de potássio e magnésio, reduzindo a pressão e consequentemente o stress);

quinoa (possui grandes quantidades de ferro, magnésio, vitamina B6, além de aminoácidos essenciais);

sementes de cânhamo (contém altas quantidades de ómega 3, elemento essencial no tratamento da depressão);

folhas verdes, tais como o espinafre, acelga, rúcula e alface (ricas em vitaminas C, ómega 3, ferro e magnésio, estabilizando a pressão e diminuindo a vontade de ingestão de açúcar);

nozes (ricas em magnésio e ómega 3, trazendo diversos benefícios à saúde do cérebro ao controlar possíveis inflamações do local, contribuindo para o bom humor, para além de regularem os níveis de colesterol do organismo);

abacate (possui ricas quantidades de potássio, vitamina B e folato, colaborando para a diminuição dos níveis de ansiedade e stress);

sementes de chia (ricas em ferro, aminoácidos e vitamina B, essencial para o bom funcionamento da saúde cerebral, para além de que são uma excelente fonte de fibras e ómega 3, diminuindo a ansiedade e a depressão);

aveia (contém diversos nutrientes capazes de combater a depressão, ansiedade e stress, muito embora hajam inúmeros relatos da relação do glúten com a depressão);

sementes de linhaça (ricas em ácido alfa-linolênico e ómega 3).

Para mais informações, por favor, consulte os seguintes links:

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