segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

El Bulo Social Club: Chakall renova Espaço, Carta e Equipa

Inaugurado em fevereiro de 2016, o El Bulo Social Club é mais que apenas um restaurante. É um “social club”, um espaço despretensioso, simples, confortável e para todos. Com comida não gourmet, descomplicada e boa. É um espaço onde se pode ver futebol, comer petiscos ou assistir a concertos de música ao vivo. Chakall é o responsável pelo projeto e pela carta. Renovado no verão de 2018, aumentou a sua capacidade para 400 lugares sentados, tem vários espaços distintos e é o local ideal para eventos corporativos, team buildings, além de funcionar como bar e restaurante.

A “matriz” original do El Bulo Social Club continua a ser a mesma: um espaço descontraído, com comida simples e descomplicada. O conceito de “social club” mantém-se: é o espaço ideal para famílias ou para ver jogos de futebol, convívios entre amigos e tem música ao vivo (de músicos residentes que tocam às quintas, sextas e feriados a músicos nacionais e internacionais que passam pelo Schweppes Live Stage).

Com a remodelação de 2018, o El Bulo Social Club foi otimizado e tornou-se um espaço mais polivalente e preparado para receber melhor eventos diversos: do funcionamento regular do restaurante, agora com mais lugares disponíveis, a eventos corporativos, team buildings, eventos privados, festas, aulas de cozinha, entre muitas outras coisas que inclusivamente podem decorrer ao mesmo tempo em salas distintas.

 

O ESPAÇO:

Depois de concluídas as obras de remodelação do El Bulo Social Club, o espaço de Chakall situado no coração de Marvila passou a contar com 2 pisos e com uma capacidade total de 400 lugares sentados (variável segundo cada espaço e disposição das salas).

Assim, o El Bulo tem agora quatro 4 espaços distintos (além das cozinhas – que são 3, e do Schweppes Live Stage, o palco):

  • auchito Gil (personagem lendária da cultura popular argentina, o mais proeminente santo gaúcho da Argentina): esta sala encontra-se à entrada do El Bulo onde está também o mural com motivos da América Latina e o Bar, e tem capacidade para cerca de 50/70 pessoas;
  • Das Flores: sala no piso térreo do El Bulo, tem uma capacidade que varia entre as 100 e as 150 pessoas. É neste espaço que se encontra o globo terrestre, um dos objetos preferidos de Chakall, e também onde se encontram expostas as suas fotos de viagens (sobretudo da grande viagem que fez durante quase 2 anos por África) e o Todo-o-Terreno que percorreu o continente africano;
  • Da Memória: um dos novos espaços criados depois da remodelação deste ano, é um espaço que tem capacidade para cerca de 50/70 lugares, ideal para jantares de grupo. Tem uma vista privilegiada por todo o espaço e uma inscrição original na parede – Memória – que foi conservada para respeitar as origens do espaço, outrora pertencente aos armazéns da Sociedade Abel Pereira da Fonseca;
  • Do 3º Mundo: sala criada no 1º piso do El Bulo Social Club com capacidade entre 100 a 120 pessoas. Mais reservada, é ideal para eventos corporativos, jantares de grupo, eventos privados, apresentações… Dotada de um bar de apoio próprio e meios audiovisuais, foi decorada com recurso a painéis de zinco, janelas velhas e outro mobiliário mais rústico.

EQUIPA E MENU:

Também em 2018, a cozinha do El Bulo Social Club passou a contar com Delfina Meyer, chef argentina de 27 anos, natural de Buenos Aires, tal como Chakall, e que veio para Portugal para “aprender mais, conhecer outras culturas, estar mais perto da natureza e viver novas aventuras.” Com um forte sentido estético e muito bom gosto na mistura de ingredientes e temperos, Chakall encontrou em Delfina, o “braço direito ideal” para liderar uma das peças fundamentais do seu espaço: “se passo muito tempo fora de Portugal, como é hábito, já que chego a fazer 150 voos por ano, tenho que ter alguém de muita confiança, com grande sentido de responsabilidade e profissionalismo à frente desta cozinha. A Delfina veio dar uma lufada de ar fresco ao El Bulo Social Club. É muito jovem, mas vem de onde eu vim, conhece a nossa cultura tal como eu. Partilhamos a origem, a mesma língua materna, mas também o mesmo sentido de aventura. Ela está a fazer agora o que eu fiz há mais de 20 anos: conhecer o mundo e viver novas experiências!”

Chakall e Delfina trabalharam e reformularam em conjunto a carta. Deixaram alguns pratos, como o Polvo Nipotuga, entre outros, e introduziram algumas novidades. “Arrumaram” o menu e deram mais ênfase à parte de Tapas & Petiscos (ver fotografias mais abaixo). Sendo o El Bulo um local descontraído, o mais natural é que se partilhem as experiências… e os pratos!

Mas desengane-se quem achar que esta carta está fechada… o El Bulo Social Club é um espaço sempre em movimento e a carta será sempre um “work in progress”, espelho da personalidade inquieta de Chakall que confessa “estou sempre a fazer coisas novas, aborreço-me, sou Gémeos, não sei estar quieto, tenho mil ideias e projetos ao mesmo tempo na minha cabeça… um espaço meu será sempre reflexo do que sou!”.

EL BULO SOCIAL CLUB BY CHAKALL:

Praça David Leandro da Silva nº9 A I 1950-064 Marvila I Lisboa

 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Terça a Quinta: 19h00 às 0h00 I Sextas: 19h00 às 2h00 I Sábados: 12h00 às 2h00

Domingos: 12h00 às 17h00

Encerra aos domingos ao jantar e segundas

 RESERVAS:

+351 218 619 027 I +351 917 898 555 I +351 915 275 171 I elbulo@elbulo.pt

Para mais informações sobre Chakall e El Bulo Social Club: www.chakall.com

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Arméria-marítima (texto 14 - by Miguel Boieiro)

Durante escassos dois dias, fiquei hospedado com a minha esposa no complexo que o INATEL possui na Foz do Arelho. Contrariando o calendário, a primavera não sorriu a despeito de estarmos em abril. Fomos recebidos com chuva, forte ventania e algum frio. Felizmente que o alojamento e todo o serviço de apoio se revelaram bastante bons o que nos possibilitou uma estada assaz prazenteira.

Arredadas todas as hipóteses de fruirmos das banhocas nas águas calmas da Lagoa de Óbidos, restou-nos a paisagem para relancear os olhares. A curiosidade levou-nos a procurar uma anunciada estrutura em paliçada que existiria nesta zona. Instigados pela aprazível memória da paliçada do Paiva (Arouca), com estafantes mas deslumbrantes dez quilómetros, lá a conseguimos encontrar. É certo que fica um pouco distante do alojamento e da lagoa mas valeu a pena. Terá talvez um quilómetro de extensão mas está muito bem arranjada, facultando agradáveis espaços de descanso e permitindo observar a braveza do oceano e a costa alcandorada. À volta, a vegetação era toda rasteira devido aos ventos típicos do litoral. Alguns caniços, chorões, urzes já floridas e espécies resistentes à salinidade animavam a paisagem. Todavia, o que saltava à vista eram as toiças com esguias hastes em cujo cimo resplandeciam as flores das armérias que os nossos irmãos galegos denominam, muito justamente, “hierbas-de-namorar”. De facto, se outra serventia não tivessem, só de as olharmos, alegramos o espírito e faculta-nos boa disposição, tal a sua beleza. Logo pensei, ora aqui está uma planta que é medicinal porque nos regala a vista e fortalece a alma.

A arméria marítima, cravo-do-mar, ou estancadeira, como também é conhecida, tem a designação científica de Armeria maritima (atenção: sem acentos pois os mesmos não existem no latim) e pertence à família botânica das Plumbaginaceae. Há muitas dezenas de armérias e várias espécies híbridas. Julga-se que algumas subespécies são endémicas do litoral atlântico europeu, concretamente a rouyana e a pungens.

A arméria é uma planta vivaz muito resistente. Possui raízes fortes formando densos montículos que podem chegar a 50 cm de diâmetro. As suas folhas são verdes escuras e lineares, quase agulhas. Na primavera brota um espigão rígido que pode alcançar 10 cm de altura no cimo do qual aparece a encantadora inflorescência, uma cabecinha composta de pequenas flores cor-de-rosa pálido mas que também podem ser brancas ou lilases. Cada flor tem cinco pétalas com pistilos amarelados e é envolvida por brácteas secas com grande durabilidade que fazem lembrar papel. A polinização é entomógama, ou seja, resulta da atividade dos insetos. As sementes estão encerradas numa cápsula. A planta reproduz-se por sementes ou preferentemente por estacas que se separam da toiça mãe.

A arméria não pode medrar à sombra já que o sol é vital para o seu desenvolvimento. Em contrapartida, tolera a seca e a exposição marítima e resiste bem aos incêndios.

A flor é considerada, nos países anglófonos, o símbolo da simpatia. A moeda de três pence que vigorou outrora no Reino Unido tinha, no seu reverso, o desenho da “sea thrift”, respetivo nome em inglês. No entanto, se excluirmos os profusos aspetos ornamentais (consultei, entre outros, “Perennials” de Roger Phillips & Martyn Rix e “Botanica’s Pocket” da editora Ullmann), a arméria é muito pouco estudada. Nos livros publicados em português que possuo na minha biblioteca, nada encontrei de relevante.

Contudo, o conceituado “site” norte-americano “Plants for a Future” classifica a planta com o grau 1, quer no que respeita à comestibilidade (folhas e raízes), quer no tocante ao seu poder curativo, sem entrar em pormenores. Noutro “site” diz-se que as flores secas têm propriedades antibióticas e podem servir para tratar a obesidade e as infeções urinárias. Acrescenta, no entanto, que utilizadas externamente, podem causar irritação na pele e dermatite.

É pouco no que se refere à fitoterapia e não sabemos se é inteiramente fiável. Fica, não obstante, este ligeiro lamiré para que os meus amigos catedráticos entendidos na matéria, possam corrigir, completar e enriquecer a modesta croniqueta, que ora redijo, sobre uma ervinha bravia que me despertou basta simpatia.

Miguel Boieiro

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Coisas de Feltro em entrevista à Cozinha Com Rosto!

Desde muito cedo que eu tenho um grande fascínio por tudo o que tem a ver com trabalhos manuais e afins. É que, para além da minha mãe me ter dado, logo durante a minha mais tenra idade, todos os ensinamentos necessários de forma a saber cuidar, um dia mais tarde, de toda uma família e de uma casa, eu sempre gostei muito de ocupar os meus tempos livres de escola a cozinhar, a bordar ponto de cruz, a fazer um naperon de renda, a pintar em cetim, a construir um quadro com um certo trabalho em escamas de peixe, a pintar um quadro em óleo, etc.
Lembro-me que também adorava (e ainda adoro!…) enfeitar uma mesa de Natal, ou da Páscoa, com um bonito centro de mesa, entre outros tipos de acessórios, com vários materiais que encontrava até pelo quintal dos meus pais, para depois ajudar a minha mãe a dar as boas vindas aos convidados com uma ou outra iguaria!

E foi por esta razão que a Cristina me conseguiu atrair, desde logo, para os seus trabalhos em feltro expostos através do seu blog Coisas de Feltro!

Tal como poderão verificar aqui, os seus trabalhos são de uma grande criatividade e qualidade, uma vez que eu própria já experimentei a fazer-lhe uma encomenda (primeira imagem deste texto), tendo ficado realmente satisfeita com o que recebi em mãos!

Portanto, lembrei-me de lhe propor também uma certa entrevista, para de alguma forma a ajudar a partilhar o seu projeto, porque, na minha opinião, é preciso agir, comprometendo também outros a seguirem os seus próprios sonhos e aspirações, porque a vida passa, mas as nossas ambições poderão dar fruto, se porventura as tentarmos levar até ao fim, não concordam?

1) Antes de iniciar esta nossa conversa, quero desde já agradecer-lhe o seu tempo despendido, começando por lhe perguntar o porquê do nome do seu blog, “Coisas de Feltro”?

Cristina: Eu é que agradeço e passo a explicar o nome. O blog vem na sequência da criação da minha marca. Na altura, estávamos em 2010, comecei por trabalhar somente o feltro e procurava um nome representativo daquilo que fazia mas que fosse abrangente. Daí surgiu simplesmente “Coisas de Feltro”. Comecei por mostrar o meu trabalho no Facebook mas quis construir um blog que também servisse para divulgação da marca. Claro que com o tempo tive vontade de partilhar no blog muito mais do que as peças que fazia (que entretanto já não eram só em feltro) e hoje o blog já sofreu muitas transformações e cresceu noutras direcções, até porque não quero partilhar conteúdo que seja apenas uma repetição do que coloco nas outras redes sociais onde Coisas de Feltro se encontra.

2) Algures, nesse mesmo blog, afirma que “nasci em Lisboa numa época em que a cidade não estava na moda e tenho múltiplos interesses”, por isso, eu pergunto-lhe: por um lado, o que acha da Lisboa atual, e por outro lado, quais é que são os seus reais interesses?

Cristina: Lisboa está mais bonita, nisso acho que todos concordamos. Havia locais onde uma pessoa tinha medo de andar à noite e hoje já não é assim. E claro que se deve em grande parte ao turismo, a este abrir da cidade aos outros. Como consequência, é lógico que o preço da habitação sofreu um aumento repentino, com tudo o que isso representa. São as várias faces desta popularidade que Lisboa disfruta no momento, uma cidade não muito grande onde se permite andar a pé e percorrer ruas e ruelas mas também com cada vez mais oferta cultural. Tudo isto para dizer que amo a minha cidade.
Quanto aos meus interesses… eles são tantos que a pouco e pouco lá os vou mostrando no blog. Por isso ao fim de um tempo deixou de fazer sentido limitá-lo a um só tema. Vou um bocado ao sabor da inspiração: se, por um lado, gosto de partilhar uma receita de um bolo que faço e que costuma sair bem, por outro também gosto de mostrar algum lugar onde fui e que se revelou uma enorme surpresa para mim, ou que já conhecia e que pretendo dar a conhecer a mais pessoas. Nasci na cidade mas adoro o campo e a praia por isso estes lugares são presença constante no blog. No fundo tanto posso partilhar um lugar, como um evento desde que me façam sentido e me dêem prazer na partilha. Aliado a isto, a minha paixão pela fotografia outdoor, uma outra forma de comunicar.

3) Já agora, o que é que lhe serve de inspiração e qual foi aquele trabalho que mais gostou de fazer até hoje?

Cristina: Ao princípio a inspiração eram os meus filhos, ainda eram pequenos, principalmente a mais nova acabava sempre por ficar com a primeira peça que eu fazia (geralmente menos perfeita). Eles agora já estão crescidos mas continuam a inspirar-me e a incentivar-me imenso a continuar, os meus filhos e o meu marido, claro. Não consigo destacar um trabalho que mais tenha gostado de fazer. Destaco o desafio que foi fazer o ano passado, o fantoche do D. Afonso Henriques, personagem principal do livro de Sandra Catarino “Isto não é uma história sobre Afonso Henriques”. Pela carga simbólica que continha e pelo sentido de responsabilidade que senti emergir.

De resto, alguns foram mais difíceis, outros mais desafiantes mas a grande reviravolta deu-se quando comprei a máquina de costura. Ficou dois meses dentro da caixa, até tinha medo de lhe pegar. E após esse período foram muitos dias, muitos mesmo, gastos a aprender e também muito material deitado para o lixo. Embora na casa dos meus pais me tenha habituado a ver (e a ouvir) a máquina de costura a trabalhar, nunca senti essa vontade de costurar, até ao dia em que essa paixão veio e se instalou. Feltros e tecidos exigem técnicas diferentes mas igualmente desafiantes.

4) Também reparei que gosta de partilhar, com o seu público, alguns pensamentos e reflexões, por isso, se ser artesã é ser uma artista apaixonada pelo que faz à mão, uma pessoa detalhista e de coração cheio, como é que vai o artesanato em Portugal e se desde a época em que começou a fazer as suas criações, se se modificou para melhor, já que, digamos, “Portugal está na moda”?

Cristina: Quando comecei não havia tanta marca assim, a partir de uma certa altura, começaram a aparecer muitas pessoas a trabalhar nesta área. Algumas como complemento à actividade principal, outras como meio de subsistência. Muita gente pelo meio acabou por desistir e o que tenho reparado é que começa a aparecer uma certa industrialização do conceito artesanal. Talvez explicando melhor: nas lojas com artigos vindos de fora, muitas vezes vemos à venda peças com um visual mais próximo do artesanal, não o sendo de todo. Por cá, vemos pessoas que evoluíram bastante e que têm produtos verdadeiramente bem confeccionados e com óptima qualidade.

5) Por acaso também costuma participar em algum tipo de feiras ou eventos ligados ao Artesanato e/ou como é que poderemos contactá-la para fazer algum tipo de encomenda?

Cristina: Não participo em feiras, mas quem me quiser contactar poderá fazê-lo através de mensagem na página de facebook ou enviando um mail. No caso de uma encomenda, os pormenores serão todos analisados, pois praticamente não há duas peças iguais, o cliente tem oportunidade de escolher pormenores e tecidos para que tudo fique ao seu gosto. Também costumo ter em stock uma pequena quantidade de artigos, prontos a enviar.

6) Já agora, que tipos de produtos é que costumam ter mais saída e aceitação por parte do seu público e com que tipo de materiais é que costuma mais trabalhar?

Cristina: Sardinhas e andorinhas de tecido são já um clássico. Móbiles em feltro personalizados são também muito pedidos (foi mesmo por aqui que comecei). Bonecas de pano têm também óptima aceitação e costumam ter pormenores escolhidos pelos clientes. Mas também brindes de aniversário, de Natal, de baptizado… para comemorações diversas.

7) Eu, particularmente, como já tive ocasião de lhe dizer, gosto muito dos seus trabalhos, mas diga-me, também gosta de cozinhar, correto? E será mais à base de doces ou de salgados? E será que pratica algum tipo de dieta em especial?

Cristina: Excluindo as refeições que tenho que fazer diariamente para a família, sou muito mais de fazer doces, sem dúvida. Na alimentação, não cometo excessos. Como o mínimo de doces e faço uma espécie de dieta pobre em hidratos de carbono e rica em vegetais. De resto, acredito que uma alimentação o mais saudável possível, com produtos pouco industrializados e sem químicos, será a resposta se queremos ter qualidade de vida.

8) Para terminar, e como já nos encontramos no ano de 2019, quais são as suas resoluções para este ano?

Cristina: As minhas resoluções para este ano vêm na continuidade das dos anos anteriores: fazer sempre mais e melhor e agarrar as oportunidades que entretanto forem surgindo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Sorteio de um Cabaz de Produtos Biológicos!

E na continuação do texto publicado anteriormente, o Blog Cozinha Com Rosto, em parceria com Coisas de Feltro e a Empresa Alcobio, decidiram juntar-se para oferecer 1 cabaz recheado de produtos biológicos, com a seguinte constituição:

  • Eco Bag 100% Algodão, que pode ser usada na mão, no braço ou no ombro e com a assinatura de Coisas de Feltro
  • Cartão com a descrição da receita “Creme de Abóbora com Couve” selecionada pelo Blog Cozinha Com Rosto
  • Ingredientes necessários à confeção da receita enunciada acima fornecidos pela Empresa Alcobio

Vamos, portanto, comemorar juntos estes 2 anos intensos de Blog, porque as prendas, tal como já tinha referido no outro texto anteriormente publicado, vão para 1 dos meus caros leitores, só tendo de preencher o Formulário abaixo com as seguintes Regras:

  1. Ser residente em Portugal Continental;
  2. O sorteio tem início a 18 janeiro de 2019 a partir das 10h e termina a 21 de janeiro de 2019 até às 24h;
  3. Subscrever a Newsletter do Blog Cozinha Com Rosto por email (colocar endereço de email utilizado na resposta do formulário)
  4. Ser seguidor do Blog Coisas de Feltro (colocar nome de utilizador na resposta do formulário)
  5. Gostar das páginas do Facebook Cozinha Com Rosto e Coisas de Feltro (colocar nomes de utilizador na resposta do formulário)
  6. Seguir as redes sociais Instagram Cozinha Com Rosto e Coisas de Feltro (colocar nomes de utilizador na resposta do formulário)
  7. Partilhar de forma pública este sorteio na rede social Facebook (colar o link da partilha na resposta do formulário)
  8. O vencedor será sorteado via Random.org, sendo depois contactado por email, para se combinar a entrega do prémio no Mercado Biológico do Príncipe Real em Lisboa, tendo 48 horas para o fazer, caso contrário será nomeado outro vencedor

Boa Sorte a todos!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Ano Novo, Blog Novo!

Ainda me lembro do dia em que publiquei pela primeira vez no Blog Cozinha Com Rosto!

É certo que a plataforma mudou e o logotipo também, mas o conceito continua igual e com a mesma garra e a mesma vontade de vencer que antes, num mundo em que está sempre tudo a regenerar-se e a pedir mais e mais!

Eu sinto-me mais conhecedora do mundo da culinária e da nossa gastronomia portuguesa, devido às minhas pesquisas constantes, mas também graças ao meu envolvimento com várias pessoas com quem tive o prazer de compartilhar o desejo de ir mais longe e de aprender «coisas novas».

Por outro lado, fui tendo a felicidade de travar algumas conversas, e ao mesmo tempo conhecer alguns projetos a ver com lojas ou restaurantes, que são o «rosto» de pessoas genuinamente empreendedoras e capazes de fazer o país andar para a frente!

Entretanto, tenho a dizer-vos, meus caros leitores, que espero estabelecer mais parcerias em breve, só tendo como objetivo principal, para já, fornecer-vos mais e melhores textos, contendo: receitas variadas, histórias e conversas, notícias e passatempos, lojas e restaurantes, produtos e equipamentos, entrevistas e projetos, lugares a visitar, dicas e utilidades para uma vida mais saudável.

Acrescente-se, ainda, que tenho igualmente o prazer de anunciar que, a partir deste exato mês de janeiro de 2019, quem subscrever a Newsletter por email, terá a oportunidade única de receber, e de uma forma totalmente gratuita, uma Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto, recheada de mais textos sobre tudo um pouco do que já foi referido no parágrafo anterior!

Portanto, esta será uma ótima forma para terem ao vosso dispor, e em qualquer lugar, uma certa seleção de temas, de forma a irem lendo tudo ao vosso próprio ritmo, depois de descarregarem a vossa Revista em formato PDF para o vosso telemóvel, tablet ou computador, para além do facto de não terem necessidade de se ligarem à Internet!

Isto porque, “nós somos o que comemos”, tal como dizia Hipócrates, o pai da medicina há mais de 2500 anos!

Cada um de nós é feito de hábitos e de tomadas de decisão ao longo da vida, bastando fazer por caminhar na direção certa e ao lado de quem mais gostamos e nos aprecia, porque todos juntos representamos um passado, uma história, mas também um futuro que é preciso ser construído no presente, logo não esqueçamos nunca de que: a alimentação é a base da nossa própria sobrevivência!

É que, o conceito da Dieta Mediterrânea aliada à intitulada Pirâmide Alimentar Mediterrânica, assunto que eu desenvolverei mais aprofundadamente noutra altura, é “um conjunto de competências, conhecimentos, práticas e tradições relacionadas com a alimentação humana, que vão da terra à mesa, abarcando as culturas, as colheitas e a pesca, assim como a conservação, transformação e preparação dos alimentos e, em particular, o seu consumo”.

Fonte: UNESCO)

Já agora, para quem ainda não sabia, a referida Dieta Mediterrânica foi classificada como Património Mundial e Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) no dia 4 de dezembro de 2013, tendo até a própria ministra da Agricultura da altura, Assunção Cristas, considerado esse mesmo facto como sendo um “selo de qualidade acrescido” para os produtos portugueses, bem como um “reconhecimento da forma [portuguesa] de comer“.

(Fonte: https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/dieta-mediterranica-classificada-patrimonio-imaterial-da-humanidade).

E porque, afinal de contas, está na hora de festejar mais um aniversário do Blog, não percam o próximo texto, dentro de pouquíssimo tempo, uma vez que as surpresas ainda agora começaram, ou seja, o Blog Cozinha Com Rosto decidiu oferecer-vos presentes pelos 2 anos que já passaram, mas também pelo facto de que está a iniciar- se agora uma nova fase!