segunda-feira, 29 de julho de 2019

Tarte de Amêndoa na Bimby!

Já há cerca de um ano, na minha alimentação diária, decidi substituir o tradicional leite de vaca pela cada vez mais reconhecida «bebida vegetal», uma vez que, de quando em vez, continuava a sofrer de algum desconforto aquando da sua digestão, tendo sido a de amêndoa, soja e coco as mais vendidas em todo o mundo durante o ano de 2018, sabiam?

E se, por outro lado, também cada vez mais pessoas sofrem de intolerância à lactose, por que não abordar algo mais a ver com este tema, pensei eu…

Por isso, vamos falar hoje um pouco acerca da própria semente da amendoeira, bem como sugerir-vos, mais abaixo, uma receita de Tarte de Amêndoa, vamos a isso?

É que, para além de se conseguir extrair a tal «bebida vegetal de amêndoa» desse mesmo fruto seco, temos que daí podem igualmente ser extraídos óleos e essências possuidores de propriedades medicinais muito utilizados na indústria de cosméticos e na produção do licor amaretto, por exemplo.

Sublinhe-se, já agora, que, de acordo com o texto aqui, só o volume de negócios gerado por este fruto seco em Trás-os-montes, ronda os oito milhões de euros por ano, resultado de uma produção de cerca de duas mil toneladas, enquanto que a vizinha Espanha, líder europeia de produção, colhe cerca de 220 mil toneladas por ano!

A intolerância à lactose é uma condição na qual as pessoas têm sintomas devido à diminuição da capacidade de digerir a lactose, um açúcar encontrado nos laticínios. Os afetados variam na quantidade de lactose que podem tolerar antes que os sintomas se desenvolvam. Os sintomas podem incluir dor abdominal, inchaço, diarreia, gases e náusea, começando geralmente 30 minutos a duas horas depois de comer ou beber alimentos à base de leite, ainda que não cause danos ao trato gastrointestinal.

E, de acordo com a nutricionista Bárbara de Almeida Araújo, de acordo com o texto aqui, incluir as amêndoas na nossa dieta alimentar significa uma boa fonte de gorduras insaturadas, fibra, vitaminas do complexo B, vitamina E, potássio, magnésio, zinco e fósforo, ajudando, por exemplo, a regular o trânsito intestinal e a controlar a glicémia, para além de prevenir doenças cardiovasculares e até alguns tipos de cancro, ou ainda a progressão da doença de Alzheimer!

Mas ainda antes de passar à minha tal sugestão para hoje de uma receita tradicional portuguesa com amêndoas confecionada na Bimby, vamos, desde já, passar à leitura atenta da chamada «Lendas das Amendoeiras»:

A lenda das amendoeiras conta que havia um rei mouro que casou, trouxe para casar, para viver com ele cá no Algarve uma princesa do norte da Europa e começou a ficar doente e muito triste e ninguém sabia o quem é que a princesa tinha, de maneira que a princesa andava tão doente que ele sem saber o que é que havia de fazer procurou médicos e especialistas para saber qual era o mal da princesa e descobriram que o que a princesa tinha era saudades da terra dela, da neve e das paisagens brancas do país dela e então o rei para não perder a rainha, para fazer, para a princesa, para lhe fazer a vontade mandou plantar amendoeiras em toda a extensão á volta do castelo, do palácio ou que era, e depois quando as amendoeiras floriram a princesa veio á janela e viu tudo branco e ficou curada, reza assim a lenda das amendoeiras em flor.

RECEITAS NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Tarte de Amêndoa (confecionada na Bimby)

Ingredientes:

Massa:

  • 130 g farinha
  • 50 g açúcar
  • 50 g manteiga
  • 1 ovo
  • 1/2 colher de chá de fermento
  • q. b. de sal

Cobertura:

  • 100 g açúcar
  • 100 g manteiga
  • 150 g amêndoa laminada
  • 50 g leite

Confeção:

Massa:

  1. Pré-aquecer o forno a 180ºC.
  2. Untar uma tarteira pequena com manteiga e polvilhar com farinha.
  3. Colocar todos os ingredientes no copo e programar 10 seg / vel 6.
  4. Cobrir o fundo da forma com a massa, picando-a depois com um garfo antes de a levar ao forno cerca de 15 minutos.

Cobertura:

  1. Colocar todos os ingredientes no copo e programar 8 min / 90ºC/inversa/velocidade de colher.
  2. Deitar o preparado anterior por cima da massa, espalhando uniformemente, para logo a seguir ser levada novamente ao forno até ficar tostada a gosto, cerca de 30 minutos.

(fontes: https://nit.pt/fit/alimentacao-saudavel/a-amendoa-e-um-fruto-seco-obrigatorio-na-dieta-ate-para-quem-quer-emagrecer,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Amendoeira,

http://www.lendarium.org/narrative/lenda-das-amendoeiras-4/?tag=780,

livro ABC Bimby)

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Linguini de Tinta de Choco com Camarão

Qual é que é o português que não aprecia um bom prato de massa?

E se o intitulado «linguine» é enriquecido com o sabor da tinta de choco, desde logo exige ser acompanhado de peixe ou marisco, não é verdade?

Mas ainda antes de vos descrever a minha receita reservada para hoje, vamos todos antes saber primeiro um pouco acerca da própria história do «linguine», para entender qual a sua verdadeira origem:

Criado em Gênova, na região da Ligúria, Itália, o linguine é uma massa longa, achatada como o talharim e estreita.

Hoje se sabe que há mais de 2 mil anos o Triticum durum (trigo duro), matéria-prima básica do macarrão, foi levado para a Sicília pelos fenícios. Os sicilianos de origem moura, ao que tudo indica, se encarregaram de inventar a iguaria. Num tratado árabe de 1154 aparece pela primeira vez o modo de preparo da pasta asciutta (macarrão seco). Árabes viajantes cortavam a mistura de farinha e água em fios e os desidratavam ao sol. Assim, duravam meses. As tiras eram chamadas de alitryia (de onde surgiu o nome aletria para o macarrão longo e fino) e, no dialeto siciliano, trujje ou trie.

Antes, já era conhecida a massa fresca. As trujjes são consumidas há mais de 800 anos e deram origem às massas longas – finas, grossas, arredondadas, planas ou furadas -, entre elas o linguine, língua pequena, ou lingue di pàssero, que há séculos faz sucesso em Gênova, onde é servido com famoso pesto. De acordo com a região ou o pastifício que o produz, recebe diferentes nomes, como bavette e trenette, podendo haver pequenas diferenças na largura. Todos ficam ótimos com molho de tomate ou com os clássicos bolognese (tomate e carne), putanesca (tomate, alice, alcaparra e azeitona preta) e carbonara (bacon, ovos e parmesão). Também são servidos com feijão-branco, à arrabbiata (tomate, alho, azeite, queijo pecorino e pimenta), com peixes e frutos do mar e com produtos da cozinha mediterrânea, como berinjela, alho e abobrinha.

É vendido em várias cores, obtidas a partir da adição de beterraba, espinafre, tomate, tinta de lula e até chocolate. “

Portanto, tal como podem ler acima, cuja fonte ainda inclui, no caso de estarem interessados, uma forma de preparar «linguine» em casa, com recurso a uma máquina apropriada para o efeito, a receita que vos trago aqui engloba um tipo de massa praticamente milenar e originária de Itália!

Já agora, chamo-vos também à atenção para o facto de já ter redigido, neste blog, exatamente 6 receitas de minha autoria com «esparguete», outro ingrediente igualmente magnífico e bastante popular entre nós, os portugueses, bastando clicar aqui e… bom proveito!

RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Linguini de Tinta de Choco com Camarão

Ingredientes:

  • 200g de linguini com tinta de choco
  • 300g de miolo de camarão descongelado
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 cebola pequena
  • 2 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • 2dl de vinho branco
  • 8 tomates cherry
  • 2 dentes de alho
  • Azeite, sal, pimenta, paprika, sumo de limão e tempero de manjericão seco q.b.

Confeção:

  1. Temperar o camarão com sal, pimenta, paprika e sumo de limão e reservar.
  2. Cozer a massa de linguini com tinta de choco, tal como é recomendado na embalagem, e reservar, retirando-a da água.
  3. Colocar uma frigideira ao lume com o azeite e a manteiga, para depois juntar primeiro os alhos inteiros apenas esmagados com a cebola picada, de forma a deixar refogar um pouco, antes de introduzir os tomates cherry cortados ao meio e destes serem salteados.
  4. Acrescentar o miolo de camarão, a polpa de tomate, a massa de pimentão e o vinho branco, deixando cozinhar durante alguns minutos.
  5. Juntar a massa de linguini com tinta de choco no preparado anterior, com o lume alto, até misturar tudo muito bem.
  6. Espalhar tempero de manjericão seco por cima e servir.

(fontes: https://caras.uol.com.br/arquivo/linguine.phtml,

http://portocanal.sapo.pt/sites/culinaria/www/#!/receita/415 )

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Revista Digital Cozinha Com Rosto Nº 7

Finalmente já está no ar o… número 7 da Revista Digital Mensal Cozinha Com Rosto, publicação referente ao mês de julho deste mesmo Blog, podendo ler-se mais abaixo como é que se pode, afinal, ter o devido acesso à mesma!

E um dos grandes destaques deste mês vai para a… realização de dois excelentes eventos, um a norte e outro a sul do nosso país, logo corram a inscrever-se porque, em ambos os casos, as vagas são limitadas!

De qualquer forma, nesta mesma edição, procurei dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo implantado em edições anteriores, com recurso às seguintes categorias, para um total de 26 páginas:

  • na cozinha
  • viva melhor
  • fora de portas
  • curiosidades do mês
  • as minhas propostas
  • em destaque
  • considerações finais

Mas claro que, para acederem a todos estes tópicos, incluindo-se o facto de eu, por exemplo, propor aos meus caros leitores, em “fora de portas“, uma visita de dois ou três dias à zona de Mafra, sendo que este é um município de mar, campo e praia com alguns dos monumentos mais emblemáticos de Portugal, como o Palácio Nacional de Mafra, Património Mundial da Humanidade desde o passado dia 7 de julho, será necessário tornarem-se Subscritores deste Blog aqui!

E tenho a certeza que não vão arrepender-se,  já que é uma Revista totalmente gratuita e em formato PDF, logo feita a pensar para ser lida quando e onde se quiser, à qual todos poderão ter o devido acesso através do respetivo email fornecido.

Isto tudo, só porque… nós somos o que comemos e… até ao próximo texto!

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Torta de Laranja à Moda Antiga versus Torta de Segredos

Sabiam que a laranja doce foi trazida da China para a Europa, no século XVI, pelos portugueses, e por isso mesmo é que as laranjas doces são denominadas “portuguesas” em vários países, especialmente nos Balcãs?

E muito embora o seu sabor varie muito de região para região, no que diz respeito ao nosso Portugal, temos que, para mim, a melhor laranja, nomeadamente para ser comida ao natural, é, sem dúvida, a que é oriunda da zona do Algarve!

Sabe-se que, na Ásia e Médio Oriente, a laranjeira assumiu o papel de árvore ornamental, sendo muito comum aparecer nos pátios das casas árabes abastadas, geralmente associada a uma fonte ou a um lago.

Mas, a laranja, terá visto o seu cultivo iniciar-se há cerca de 7000 anos, presumindo-se que os primeiros pomares de laranjeiras se desenvolveram no primeiro milénio, na China.

Atualmente, a laranja é o segundo fruto mais consumido no mundo, a seguir à maçã, já para não falar do facto do Brasil ser o maior produtor mundial de laranja!

E vai daí que pensei em fazer a clássica Torta de Laranja, à qual denominei de «Torta de Laranja à Moda Antiga», mas também a intitulada «Torta de Segredos», colocando em evidência duas belas zonas de Portugal, tal como podemos observar numa das crónicas escritas pelo reconhecido Gastrónomo Virgílio Nogueiro Gomes aqui:

“(…) na categoria de tortas doces, encontramos a Torta de Segredos, oriunda do Convento de Nossa Senhora do Carmo de Aveiro, e que seguramente deu origem às tortas de laranja. Esta torta é confecionada a partir de uma massa de gemas de ovo com açúcar e sumo de laranja. Esta massa vai cozer ao forno e, depois de cozer, é coberta com as claras, que sobraram das gemas, batidas em castelo com açúcar. Vai novamente ao forno e, quando as pontas ficam douradas, enrola-se tendo o cuidado de não deixar quebrar. Mas a Torta de Laranja, como hoje é mais conhecida, deve ter sido oriunda do Convento de Nossa Senhora da Conceição de Lagos. A torta é confecionada misturando sumo de laranja com ovos e açúcar. Vai cozer ao forno em forma barrada com manteiga e depois é enrolada polvilhando com açúcar. Esta também é muito conhecida por Torta de Laranja de Setúbal. Muito embora as laranjas do Algarve já fossem conhecidas pela sua qualidade e sabor, foi possivelmente pelo sucesso de enxertia das laranjeiras de Setúbal que obtiveram laranjas muito doces, que esta região escolheu a torta como um dos seus emblemas doceiros. É certo que em Setúbal esteve instalado um convento de Clarissas no Convento de Jesus onde está agora um museu.

Tenham portanto, em atenção, as duas próximas receitas de Torta de Laranja, amplamente relacionadas com as encontradas acima, para depois me escreverem nos comentários qual é que é a vossa preferida, alinham?

RECEITAS NA CATEGORIA DE TRADIÇÕES:

  • Torta de Segredos

Ingredientes:

Camada 1:

  • 8 gemas
  • 250g de açúcar
  • Casca e sumo de 1 laranja

Camada 2:

  • 8 claras
  • 50g de açúcar
  • Manteiga e farinha q.b.

Confeção:

  1. Misturar as gemas com o açúcar, a casca de laranja ralada e também o sumo.
  2. Verter esta mistura num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado de farinha, com recurso a uma folha de papel vegetal.
  3. Levar ao forno previamente aquecido a 180ºC.
  4. Depois de cozido, cerca de 30 minutos, colocar por cima as claras batidas em castelo firme juntamente com o restante açúcar.
  5. Colocar outra vez no forno até às claras cozerem, deixando-se depois arrefecer por completo antes de desenformar.
  6. Desenformar cuidadosamente sobre um pano polvilhado com açúcar, devendo-se retirar o papel vegetal com cuidado.
  7. Enrolar com o auxilio do pano e de forma a ficar o mais fechada possível.
  • Torta de Laranja à Moda Antiga

Ingredientes:

  • 250 gr de açúcar
  • 6 ovos
  • 1 colher de sopa de amido de milho (maisena)
  • Sumo de 2 laranjas
  • Raspa de 1 laranja

Confeção:

  1. Untar com manteiga um tabuleiro de torta e polvilhar com açúcar.
  2. Pré-aquecer o forno a 180ºC.
  3. Colocar o açúcar com a maisena numa tigela, raspar a casca da laranja com o ralador e envolver muito bem.
  4. Adicionar os ovos e bater muito bem com a batedeira.
  5. Adicionar o sumo de laranja, para depois, quando estiver tudo bem misturado, verter para o tabuleiro previamente preparado.
  6. Levar ao forno cerca de 15 minutos.
  7. Desenformar a massa já cozida sobre um pano polvilhado com açúcar, de forma a enrolar-se com cuidado.

(fontes: http://www.virgiliogomes.com/index.php/cronicas-pt/536-tortas-99118797,

http://amigos-da-cozinha.blogspot.com/2017/12/torta-de-laranja-antiga.html,

http://teresadeodatotudoaolho.blogspot.com/2015/04/torta-de-segredos.html,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Laranja,

https://www.cm-silves.pt)

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Crumble de Ameixa: um prato doce de origem britânica!

Para a maioria de todos nós, a sobremesa é de certeza a melhor parte de qualquer ementa e a que se aprecia com maior sentimento de culpa, verdade? E se, por um lado, alguns especialistas consideram-na totalmente dispensável, por outro lado, parece que nós guardamos sempre um espacinho dentro do nosso estômago para ela, certo?

Pois bem, fiquem descansados que eu prometo dar-vos agora uma excelente notícia: a fruta é a melhor sobremesa! Que tal?

Ou seja: consumir fruta é bom e deve acontecer de forma regular, apostando-se na diversidade, de forma a tirar partido dos melhores benefícios presentes em cada uma!

E para terminar uma qualquer refeição principal, devo acrescentar que, no caso das ameixas, a fruta que, desta vez, me serviu de mote para mais uma receita no blog:

Médicos afirmam que a ameixa fresca é um magnífico agente terapêutico contra as enfermidades causadas pelos ácidos e associadas às hiperlipidemias, principalmente pelo ácido úrico, tais como o reumatismo, a artrite, a gota; a arteriosclerose, a nefrite, etc; ácidos e/ou gorduras originados por uma alimentação excessiva, à base de proteínas, gorduras saturadas e colesterol.

A ameixa fresca é indicada contra as hemorroidas e a hipocondria.

Sendo diurética, recomenda-se contra as afecções de caráter inflamatório das vias urinárias. É, ainda “desobstruente” do fígado, “depurativa” do sangue e “desintoxicante” do aparelho digestivo, pelo que se emprega com êxito nas afecções febris do estômago e do intestino. Também costuma ser empregada no tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.).

Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carboidratos, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre obstinada.

Então temos que, a ameixa é o fruto comestível da ameixeira, cuja ameixa autêntica (Prunus domestica) tem diversos nomes, que variam de acordo com o local onde ela é cultivada; todavia, conforme a variedade, apresenta algumas diferenças de valor nutricional: a ameixa-vermelha é rica em provitamina A; a ameixa-amarela é, por sua vez, mais doce e energética, contendo um pouco mais de proteína; a ameixa-preta apresenta elevada atividade aquosa, sendo a mais apropriada para o tratamento das afecções urinárias.

Agora, no seguimento das minhas propostas, no blog, de alguns pratos tipicamente britânicos, Crumble é um prato doce de origem britânica, feito de compota de frutas picadas cobertas com uma mistura de gordura, farinha e açúcar, assado até a cobertura ficar crocante. Muitas vezes, soma-se ainda uma bela bola de gelado por cima, sendo, o de baunilha, o mais comum!

E uma das frutas mais utilizadas neste tipo de receita é, precisamente, a ameixa! Neste caso, a cobertura pode também conter aveia, amêndoas ou nozes, mas, às vezes, adiciona-se-lhe leite azedo para dar um gosto mais exótico, para depois se espalhar açúcar mascavado por cima, de modo a formar um pouco de caramelo na altura em que vai ao forno.

Os crumbles surgiram na Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial. Devido ao racionamento, não havia ingredientes para as tortas tradicionais, que exigiam muita farinha, gordura e açúcar para a massa. Usavam uma simples mistura de farinha, margarina e açúcar para cobrir a torta. O prato também tornou-se popular devido à sua simplicidade, uma vez que deixava às mulheres mais tempo para fazer outras tarefas.

Em algumas partes dos Estados Unidos existe um prato bastante semelhante, chamado crisp. Também parece um bolo de frutas (popular nos EUA), porém com cobertura mais fina.

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Crumble de Ameixa

Ingredientes:

  • 1 kg de ameixas (pesadas com caroço)
  • 1/2 copo de miolo de amêndoa moído e/ou granulado
  • 1/2 copo de farinha de trigo
  • 100 gramas de manteiga sem sal à temperatura ambiente
  • 1/2 copo de açúcar
  • Sal e amêndoas laminadas q.b.
  • Gelado de baunilha

Confeção:

  1. Untar um pirex com manteiga e reservar; pré-aquecer o forno a 180°C.
  2. Lavar as ameixas, para depois tirar-lhes a pele e os caroços, bem como cortá-las todas aos pedaços e espalhá-las no pirex.
  3. Misturar, muito bem, o miolo de amêndoas moído e/ou granulado juntamente com a farinha de trigo, a manteiga, o açúcar e o sal.
  4. Espalhar o preparado anterior sobre as ameixas, terminando com as amêndoas laminadas.
  5. Levar o tabuleiro ao forno por cerca de 45 minutos.
  6. Servir ainda morno com uma bola de gelado de baunilha.

(fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ameixeira,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Crumble,

http://www.simplesmentedelicia.com/?p=1109)