sexta-feira, 27 de julho de 2018

4.ª Feira do Vinho da Região de Lisboa - Rua Augusta

Entre os passados dias 17 e 22 de julho, entre as 11h e as 20h, voltou a decorrer, na Rua Augusta, em Lisboa, a intitulada Feira do Vinho da Região de Lisboa

Comparativamente com o que se passou à sensivelmente um ano atrás, podendo rever-se aqui, marcaram presença, mesmo ao lado do Arco,11 balcões de prova de vinhos, tendo como objetivo central, uma digna promoção dos vinhos, nomeadamente junto dos turistas estrangeiros, para além de alguma doçaria típica da região.

Segundo o que consegui tomar conhecimento, na sua abertura esteve presente o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, sendo que este evento é promovido pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa e tem a participação de 15 municípios da região, entre os quais: Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras, Batalha, Caldas da Rainha, Alcobaça, Bucelas, Carcavelos e Colares.

E o principal destaque foi para os vinhos de Torres Vedras e Alenquer, ambas regiões representantes de duas Denominações de Origem (DOC) da região de Lisboa, mas também duas cidades que são, este ano, a Cidade Europeia do Vinho, integrando, lá está, o programa Cidade Europeia do Vinho 2018 | Torres Vedras/Alenquer!

A este respeito, pode ter-se o devido acesso aos diferentes tipos de iniciativas e de atividades no respetivo site da Cidade Europeia do Vinho 2018, bem como na sua página de Facebook.

E durante o dia 21 de julho, em que tive oportunidade de passar por lá, pude comprovar que realmente eram muitos os estrangeiros que provavam os vinhos, fossem eles brancos, tintos ou rosés, ao mesmo tempo que faziam as mais variadas perguntas sobre o tipo de castas envolvidas ou adegas utilizadas, a própria produção ou os exigíveis tratamentos.

De facto, é de sublinhar a cada vez mais forte aposta na cultura da vinha e do vinho, conseguindo-se assim realçar territórios de secular tradição vitivinícola, para além do seu património cultural, assumindo-se Portugal como tendo uma melhor e bem delineada visão estratégica, face às recorrentes alterações climáticas e/ou necessárias adaptações ao nível de um tema tão importante como acontece com a questão da sustentabilidade!

Por exemplo, o Município da Lourinhã, onde se pode visitar o tão bem conhecido Parque dos Dinossauros, com o objetivo de promover mais uma ativação da Marca Lourinhã, no seu stand, destacou-se a Adega Cooperativa da Lourinhã, com a Aguardente DOC Lourinhã, assim como as seguintes empresas / marcas:

Dias 19 e 20 – Pêras & Companhia, da empresa Frutomania, Ldª.
Dias 20 e 21 – Doces Jurássico, do empresário João Pereira.
Dias 21 e 22 – Abóbora e Maçã’S, da empresária Eulália Ferreira.

Acrescente-se ainda que os “Doces Jurássico” surgiram em 2017, fruto de uma paixão pela doçaria, 100% artesanais e feitos com produtos biológicos. 

E já que a Lourinhã é também uma das três regiões demarcadas de aguardente vínica no mundo, ao lado das francesas Cognac e Armagnac, chamo aqui a vossa atenção para a prestigiada Aguardente Vínica Lourinhã!

No que diz respeito ao Município do Bombarral, onde se pode conhecer o tão emblemático Jardim do Éden, há muito mais por descobrir: a mais doce e respeitada especialidade, já criada em 1920, denominada de Mimosos do Bombarral; o 35.º Festival do Vinho Português e a 25.ª Feira Nacional Da Pêra Rocha, cujo certame terá lugar de 10 a 15 de Agosto, na Mata Municipal do Bombarral, com o seguinte programa:

10 agosto – Tributo a Xutos e Pontapés
11 agosto – Marco Rodrigues
12 agosto – Banda Xeques Orquestra
13 agosto – West Europe Orchestra com André Sardet, Anabela, João Só e Mafalda Arnauth
14 agosto – Fernando Daniel
15 agosto – Amor Electro

Já agora, destaque-se a seguinte lista de prémios respeitante ao Licor de Ginja da parte da empresa Licofrutos – Sabor da Terra: medalha de Ouro no 5º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2018, 2017 e 2016, três estrelas no Great Taste 2017 e uma estrela em 2016; medalha de Prata no 4º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2015.

Também faço aqui referência à Ginjinha do Sanguinhal, bem como aos Doces dÁmélia da Amélia Simão.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Já abriu o Mercado Biológico Alfazema na Urbanização Colinas do Cruzeiro em Odivelas!

De acordo com o site oficial da Câmara Municipal de Odivelas, conta-se que:
 
«D. Dinis tinha o hábito de deslocar-se à noite a Odivelas ao Mosteiro de S. Dinis e certa noite, sabendo a rainha do que se passava resolveu esperá-lo e quando o rei fazia o seu percurso para o encontro, a rainha interpelou-o e eis que proferiu as seguintes palavras: “- Ide vê-las senhor.” Pelo que, segundo a lenda, a expressão “Ide vê-las”, por evolução, terá dado o nome a Odivelas. Zona essencialmente residencial, Odivelas tornou-se, a partir de meados dos anos 60 do século XX, numa das freguesias mais populosas ao nível de todo o país e até da Europa, cobrindo cerca de 18 km² de área, com uma população perto de 80 mil habitantes.»
E realmente, Odivelas cresceu muito e está ligada à capital por metro, tendo cada vez mais comércio diferenciador no mercado, cujo bairro em questão, Colinas do Cruzeiro, continua a ser bastante requisitado, sendo a urbanização muito moderna e de arquitetura e design de interiores bastante apelativa, para além de se situar muito perto de Lisboa e de ter tudo ao alcance da porta para quem lá vive. 

O novo supermercado biológico, que abrira há cerca de dois meses, na Urbanização Colinas do Cruzeiro, em Odivelas, é também um café com esplanada, sendo, ao mesmo tempo, o segundo espaço da marca Mercado Biológico Alfazema, em que o primeiro já tinha sido aberto durante o ano de 2014, na zona da Estrela, em Lisboa.

E claro que, ao usufruirmos de um conjunto cada vez mais vasto de informações, temas como a agricultura biológica levam a que se partilhe um grande número de experiências e avaliações de certos produtos ou marcas, o que amplia o poder na tomada de decisão de compra por parte dos consumidores!
Atualmente, começa a notar-se que se valorizam mais as características dos alimentos, tais como o sabor e a qualidade nutricional, esperando-se que, com o tempo, se consiga influenciar a própria intensidade de produção dos mesmos, dando origem a novos movimentos de ordem económica, social, cultural e política, por isso concordo com o facto de se continuarem a promover determinadas práticas saudáveis e sustentáveis no nosso quotidiano!

Segundo Mário Rosário, o proprietário, a abertura desta loja em Odivelas surgira como uma grande oportunidade de expansão para a sua marca, partindo-se do pressuposto de que se vai gerindo a ideia de acordo com o bairro onde está instalado, e não a pensar numa localização industrial, ou seja, normalmente, estes tipos de negócios surgem integrados em comunidades, onde o mais importante é a tal ligação que se cria com as pessoas mais próximas. 
Por outro lado, praticamente só existirão supermercados biológicos na linha de Lisboa e de Cascais, querendo isto dizer que, numa linha como a de Odivelas, Loures e Amadora, a prioridade máxima será a de tentar dar resposta às pessoas que nela habitam, no sentido de se tornar numa boa solução em termos de uma alternativa mais próxima e sem grandes preocupações! 
No que diz respeito ao tipo de produtos expostos:
 
«O mercado cá, ainda está bastante incipiente, está no princípio, isto não é uma moda, é uma tendência, portanto irá crescer naturalmente; mas tem de crescer ainda significativamente, para puder responder à oferta e à procura que existe. 
Eu, por exemplo, no princípio do ano até à Páscoa, ainda trabalho com maçãs e pêras nacionais, mas a partir daí, já não há, temos de esperar outra vez pelo verão (…) os produtos hortícolas podem sair durante todo o ano, mas a fruta, como ainda não é suficiente para a procura, ainda não está a fazer o ano, porque ela é apanhada, nós começamos por comercializá-la próximo das colheitas, e depois, toda aquela que não é consumida no imediato é conservada no frio e vamos continuando a consumir, o facto é que a quantidade que existe ainda não cobre o ano todo e portanto, neste momento, tudo quanto é pêras, maçãs (…) já não há, temos que importar (…) são coisas que fazem parte de um cabaz de alimentos e que é difícil não ter.» 
Desta forma, neste estabelecimento, poderá encontrar-se uma grande variedade de  frutas, legumes, carne e peixe frescos, tudo biológico, entre outros artigos de mercearia ou ainda cosméticos e produtos de limpeza, com uma forte aposta no que é nacional! 
Porém, quando há necessidade de se diversificar a oferta existente, acrescenta Mário Rosário que «não se deixa de ir buscar lá fora aquilo que não há cá dentro».
Informo também que o seu horário de funcionamento é entre as 9h e as 20h, de segunda-feira a sábado.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

PLANTAS PARA COLHER E DEGUSTAR: texto 11 - Borragem (by Miguel Boieiro)

Os amantes da Arrábida, que procuram com deleite os encantos desta bela serra durante todo o ano, encontram já em fins de fevereiro, nas cercanias de Azeitão, a borragem florida. Indubitavelmente, dos azuis mais vistosos que a natureza ostenta, em forma de estrela e aos cachos, as flores de borragem têm inspirado artistas desde remotas eras. E se em terras mais frias a floração só acontece lá para os meses de maio ou junho, na Arrábida ela vem muito cedo, brindando as abelhas que a buscam com avidez para produzir o maravilhoso néctar.

A Borago officinalis é uma herbácea anual da família das Borragináceas, cujo porte majestoso se eleva por vezes a 60 cm do solo se este for rico em húmus e o local soalheiro. A planta apresenta-se simples ou ramificada, com caule cilíndrico e grandes folhas enrugadas de forma elíptica e pecíolo curto. Tanto o caule como as folhas estão cobertos de pêlos que se transformam em finos espinhos à medida que a planta atinge maturidade. As flores, possuindo longos pecíolos, são de um azul muito vivo e abrem em estrela, como já se disse. Têm cinco pétalas ligadas entre si com anteras pontiagudas de cor escura.

Segundo se julga, a borragem é oriunda da região mediterrânica. No nosso país é frequente em terrenos incultos, suportando altitudes até aos 1800 metros. Em França há quem a cultive nas hortas como planta comestível, quando as suas folhas tenras ainda se encontram desprovidas de espinhos. Fica bem, quer na confeção de sopas, quer na preparação de saladas onde o seu delicado sabor a pepino se sobrepõe. As flores podem ser também utilizadas em culinária pelo seu aspecto agradavelmente decorativo.

Brendan Lehane, na obra «The Power of Plants», aponta uma curiosa associação entre a borragem e o morangueiro. Segundo este autor, a presença da borragem incrementa extraordinariamente a produção de morangos.

No que respeita à fitoterapia,a borragem é uma das plantas mais aconselhadas. A sua composição química integra mucilagens, nitrato de potássio, tanino, saponósidos, resinas e vitamina C.

É extremamente eficaz para combater as bronquites, os resfriamentos e as tosses rebeldes. Como sudorífico é utilizado desde tempos muito antigos, tendo portanto, ação benéfica sobre os rins e a pele. Além disso, a planta é também diurética, emoliente, expectorante e peitoral. O «chá», que deve ser tomado bem quente e adoçado com mel, prepara-se a partir de 30 g de flores, ou 50 g de folhas e caules, para um litro de água. Convém tomar-se várias chávenas por dia no intervalo das refeições. De preferência devemos usar a planta verde, pois desta forma, possui muito mais princípios ativos.

Outra maneira de usar a borragem é através de cataplasmas das folhas finamente migadas que atuam como calmante e descongestionante para queimaduras, abcessos, gota e reumatismo.

Finalmente, referimos ainda as potencialidades da borragem na cosmética, visto possuir as mesmas propriedades do pepino para limpar e tonificar a pele. O suco, que é bastante abundante, desimpede os poros da epiderme, dilatando-os e oleando-os. Para confecionar máscaras faciais é ótimo, dado ser mais suportável para cútis delicadas do que muitos outros preparados.

Miguel Boieiro

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Receita de Salada de Salmão com Couscous e Tzatziki

Tzatziki (em grego: τζατζίκι, do turco cacık) é um acepipe típico da culinária da Grécia e da Turquia, mas também difundido entre outros países da Europa Oriental, Oriente Médio e Índia, sob diferentes denominações e com inúmeras variações regionais: seja quanto à consistência, seja quanto às ervas e especiarias adicionadas à preparação básica, que se compõe de iogurte, pepino e alho. 
 
A palavra grega tzatziki é derivada da palavra turca cacık, que se refere à mesma receita, sendo porém mais diluída, assumindo a consistência de uma sopa fria, que designa uma espécie de chetnim.
Tzatziki à moda da Grécia e Chipre:
É preparado com iogurte, pepino, alho, sal, azeite, pimenta preta e endro, sendo por vezes também acrescentados sumo de limão, salsa, hortelã, dill ou coentro. Os pepinos são transformados em puré e espremidos ou cortados em cubos pequenos. Usam-se frequentemente azeite, azeitonas e outras ervas como complemento. É sempre servido frio.
Os gregos, os cipriotas e os habitantes do Médio Oriente em geral usam este prato como acompanhamento de pratos de carne. A acidez “corta” a gordura. O tzatziki é usado também como molho para souvlaki e gyros, sendo, nesse caso designado como molho de pepino (em especial nos EUA).
No Chipre, o prato é conhecido informalmente como ttalattouri, e as receitas locais geralmente não incluem alho e hortelã. No lado turco de Chipre, o cacık é mais diluído.
Em restaurantes turísticos e fora da Grécia e do Chipre, o tzatziki é frequentemente servido com pão, como parte do primeiro prato de uma refeição.

Tzatziki à moda da índia:
Na Índia, pachadi e raita são variações populares do tzatziki. No Iraque, o tzatziki é chamado jajeek.
Nos EUA, o tzatziki é, por vezes, preparado com natas em vez de iogurte.
 
Tzatziki à moda da Sérvia e Bulgária:
Na Sérvia e na Bulgária, o tzatziki é classificado como salada e se chama snezhanka (“Branca de Neve”).
Uma variação proveniente das montanhas do Cáucaso, típica do Azerbaijão, é chamada ovdukh e usa o iogurte diluído em água, criando assim uma bebida refrescante de verão. No Azerbaijão iraniano, a mesma bebida se chama dukh; em outras regiões do Irã, chama-se mast-o-khiar.
 
Tzatziki à moda da Turquia
É preparado com iogurte, pepino, endro, hortelã, água, vinagre e azeite, entre outros ingredientes possíveis, tais como o pimentão.
É servido frio, em pequenas tigelas. Apresenta, normalmente, uma consistência semelhante a uma sopa, sendo, no entanto, possível prepará-lo mais espesso, adicionando menos água.
Pode ser consumido como acompanhamento, como molho ou isoladamente, como uma sopa.
RECEITA 1: Molho Grego de Iogurtetzatziki
Ingredientes:
  • 1 pepino
  • 5 folhas de hortelã
  • 1 dentes de alho
  • azeite, sal, alecrim e vinagre q.b.
  • sumo de 1/2 limão
  • 1 iogurte natural

Confeção:

1) Preparar o pepino, tirando-lhe as sementes com uma colher de sobremesa, para além da pele; cortar depois o pepino aos pedaços pequenos.

2) Colocar, no processador, o preparado anterior, juntamente com os restantes ingredientes, deixando bater tudo muito bem; reservar no frigorífico até à hora de servir.

RECEITA 2: Salada de Salmão, Cuscus e Tzatziki

Ingredientes:

  • 2 postas de salmão (*)
  • 1 chávena de couscous
  • 100 gr de aipo
  • 1 beterraba
  • salada variada pronta a servir q. b.
  • azeite, sal e pimenta q.b.
  • 1 chávena de avelãs tostadas
  • tzatziki q. b. (ver receita 1)

Confeção:

1) Preparar o salmão: levar as postas de salmão ao forno a 180ºC durante cerca de 40 minutos, juntamente com sal, pimenta e azeite q. b.; depois deve tirar-lhes a pele e as espinhas, para depois ser todo desfiado e reservar.

2) Preparar o couscous: colocar o couscous numa taça, vertendo água a ferver até o cobrir, para além de o temperar com um pouco de azeite; durante algum tempo, deixar  o couscous tapado com película aderente; destapar o couscous, tentando separá-lo com a ajuda de um garfo e reservar.

3) picar as avelãs com a ajuda de uma máquina de cozinha; cortar os talos do aipo em pedaços pequenos; descascar a beterraba com cuidado, de preferência com luvas, porque tinge muito as mãos, para depois ser ralada; reservar tudo.

4) dispor a salada numa taça de vidro por camadas, pela seguinte ordem: tzatziki, beterraba, aipo, couscous, salmão, salada, avelãs; colocar a tampa na taça, mantendo-a no frigorífico até à hora de servir.

(*) Encontra este produto à venda na loja Lota no Bairro, em Odivelas, 
com 5% de desconto, 
bastando dizer que vai da parte do blogue Cozinha Com Rosto! 

Agora, é só dirigir-se à loja e… bom apetite!
Depois… conte-me tudo!

E, já agora, pelas fotografias que eu tirei, pode entender-se que será uma ótima sugestão para levarem na vossa marmita para o trabalho, ou então, por que não preparar esta bendita receita para um bem-disposto piquenique com quem mais gostam, aprovam?

sexta-feira, 13 de julho de 2018

13 vídeos para assistir!

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram hoje a sexta-feira 13 com muita animação e bruxas à mistura, mas sabia que hoje também é Dia Mundial do Rock?

É que foi precisamente no dia 13 de julho de 1985, que o festival Live Aid, organizado doravante por Bob Geldof e Midge Urea, sendo um evento dividido por concertos em Londres, Filadélfia, Sidney, Moscovo e Japão, fora transmitido para cerca de 1,5 biliões de pessoas em todo o mundo, em que o objetivo principal era o de arrecadar fundos para travar a fome na Etiópia!

Sendo assim, temos mais do que um motivo para festejar, e por isso mesmo tomei a iniciativa de vos apresentar abaixo uma seleção de 13 vídeos retirados do meu canal Youtube Cozinha Com Rosto, ora a respeito de vários assuntos:

  • passeios turísticos, para quem anseia ir de férias
  • Unboxings a propósito de determinados equipamentos tecnológicos e/ou eletrodomésticos que eu fui adquirindo ao longo do tempo, para quem ainda está indeciso
  • receitas culinárias variadas (bolo, doce, snaks e prato de bacalhau), para quem quiser experimentar este fim de semana

Já agora, anuncio ainda que, no final de toda esta mesma sequência de vídeos, vou deixar-vos um link para quem costuma ir a festivais de música, esperando que vos seja útil!

Vamos então começar?

E tal como prometi acima, aqui fica o tal link para acederem à boa música em palco em Portugal:
 
  

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Deixe para amanhã a Pizza que não pode comer hoje!

O Dia Mundial da Pizza comemora-se a 10 de julhodata esta que certamente celebrará uma das mais adoradas invenções culinárias da história da humanidade: a pizza!!

Esta mesma data surgira no Brasil, mas em Portugal também é festejada, tendo eu tomado aqui a iniciativa de vos apresentar, ou voltar a apresentar, os seguintes tópicos:

  • algumas curiosidades e aspetos históricos
  • a minha receita de pizza caseira
  • a entrevista com o Chef Chakall
  • o Refeitório do Senhor Abel e o Heterónimo BAAR
  • a Associazione Pizzaiuoli Napoletani in Portogallo e o Campeonato Português de Pizza

Sabia que… ?

  • A maior pizza do mundo foi feita em Itália, com 40 metros de diâmetro. Recebeu o nome de “Ottavia” em honra ao primeiro imperador romano.
  • A primeira pizzaria de que se tem registo é a Port’Alba em Nápoles (criada em 1738). Ela juntava artistas famosos da época, como por exemplo Alexandre Dumas.
  • Os maiores consumidores de pizza são os norte-americanos e os brasileiros.

Cliquem, por favor, na próxima imagem, de forma a terem acesso à respetiva entrevista indicada na mesma:

A Associazione Pizzaiuoli Napoletani foi fundada em 1998 com o objetivo de valorizar e preservar a profissão do pizzaiolo e a pizza napoletana enquanto património cultural e não apenas gastronómico.

No dia 17 de janeiro de 2018, Dia Mundial do Pizzaiolo, nasceu oficialmente a Associazione Pizzaiuoli Napoletani in Portogallo, presidida por Michele Mezzero. A sua criação deve-se à importância sempre crescente que a profissão do pizzaiolo está a ganhar em Portugal e ao reconhecimento que os trabalhadores portugueses do setor obtiveram nos últimos anos, nomeadamente os sucessos atingidos pela Seleção Portuguesa de Pizzaiolos.


Para além da sua missão de tutela da “Vera Pizza Napolitana” e da sua atividade de formação de profissionais, a Associazione Pizzaiuoli Napoletani in Portogallo destaca-se também pelo seu papel na organização e promoção de eventos, tais como o Festival Italiano e o Campeonato Português de Pizza, com o objetivo de dar visibilidade aos pizzaiolos portugueses e sensibilizar o público para esta especialidade gastronómica, nomeada pela Unesco, Património Mundial da Humanidade.

E porque não ficarem já a conhecer os dois belos espaços indicados na imagem abaixo através do clique na mesma?

Campeonato Português de Pizza, fundado por Antonio Mezzero, embaixador da pizza napoletana em Portugal, é organizado pela Associazione Pizzaiuoli Napoletani in Portogallo. A sua primeira edição teve lugar em 2013 e constitui uma referência para todos os pizzaiolos. Os profissionais de todo o país juntam-se neste dia para uma competição na qual os ingredientes são: farinha, sal, água e a habilidade e paixão dos pizzaiolos

O Campeonato, realizado no Porto, é um evento que, ao longo dos anos, ganhou a atenção do público e dos media. O júri é constituído pelos mais prestigiados nomes de referência da gastronomia portuguesa e italiana. Os primeiros classificados de cada categoria a concurso integram a Seleção Portuguesa de Pizzaioli, que participa no Mundial que se realiza anualmente em Nápoles e que foi galardoada, em 2016, com o Troféu das Nações

sexta-feira, 6 de julho de 2018

A origem da Mousse de Chocolate e uma Receita para... chamar o verão!

A mousse no chocolate é uma sobremesa com uma composição tradicional que inclui, pelo menos, o chocolate e a clara de ovo batida em castelo. Por vezes, pode ser enriquecida com gema de ovo, açúcar, gelatina, leite ou nata, ou ainda especiarias (canela, baunilha, chá, gengibre, etc), bem como raspas de citrinos. Para ser considerada uma receita vegana pode substituir-se a clara de ovo, ora pela água de cozer o grão de bico (aquafaba), ora pelo tofu sedoso.

A mousse de chocolate, de origem francesa, portanto, fora então descrita em 1755, por Menon, sob o nome “Mousse de Chocolate”, termo também aplicado à espuma na bebida de chocolate. Em 1820, Viard dá uma receita no Royal Cook, mas foi criado por Charles Fazi (Suíça), servo de Luís XVI.

Aquafaba (/ ˌɑːkwəfɑːbə /) é o nome de uma água na qual leguminosas, como grão-de-bico, são cozidas. Esta água tem uma aparência viscosa e o aquafaba tem a capacidade de imitar as propriedades das claras de ovos na cozinha, podendo ser usado para substituir as claras em algumas receitas, sendo particularmente apreciada por pessoas que não consomem ovos.

Em dezembro de 2014, o francês Joël Roessel descobriu que a água de latas de feijão e outros vegetais podia ser usada para formar espumas. Roessel compartilhou as suas experiências num blog, Révolution Végétale, onde ele publicou receitas de ilha flutuantemousse de chocolate e fez um merengue  com água do grão-de-bico, açúcar, amido de milho e goma de guar.

A palavra “aquafaba” fora assim inventada a 13 de março de 2015, pela Goose Wohlt para fornecer um nome comum para este líquido de cozimento. É uma concatenação da palavra latina para água, aqua e a palavra latina para feijão, fava . Após a adoção internacional dessa palavra, esse neologismo foi oficialmente submetido ao Oxford English Dictionary um ano depois.

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Mousse de Chocolate com Avelãs e Natas

Ingredientes:

  • 200 g de chocolate
  • 50 gr de açúcar em pó
  • 4 colheres de sopa de açúcar amarelo
  • 3 colheres de sopa de margarina
  • 6 ovos
  • 2 colheres de sopa de Vinho do Porto
  • licor de amêndoa amarga q. b.
  • uma embalagem de granulado de chocolate
  • 1 pacote de natas
  • 1 chávena de avelãs picadas

Confeção:

  1. Fazer uma mousse de chocolate: bater as gemas com o açúcar e juntar o chocolate já derretido, em banho-maria, com a manteiga e o vinho; envolver tudo, com cuidado, nas claras em castelo e levar ao frigorífico.
  2. Bater as natas com o açúcar em pó.
  3. Picar as avelãs, que no caso de as comprar inteiras e com pele, fazer primeiro o seguinte processo: tostar as avelãs por breves minutos no forno a cerca de 180ºC, para depois as colocar num pano e esfregar até a película sair.
  4. Construir o doce em taças pela seguinte ordem de camadas: espalhar, no fundo de cada taça, um pouco de avelãs picadas, ao qual se juntam umas gotas de licor de amêndoas amargas, pressionando um pouco com uma colher de café; distribuir de seguida a mousse de chocolate; colocar ao centro um pouco do chantilyenfeitar por cima com as restantes avelãs picadas e granulado de chocolate a gosto

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Receita de Salmão Salteado com Massa Macarronete

Salmão é o nome vulgar de várias espécies de peixes da família Salmonidae, que também inclui as trutas, típicos das águas frias do norte da Eurásia e da América. 

Basicamente, é um peixe branco, cujo pigmento vermelho, chamado de astaxantina, é proveniente das algas e dos organismos unicelulares, que são ingeridos pelos camarões do mar; o pigmento é armazenado no músculo do camarão ou na casca. Quando os camarões são comidos pelo salmão, estes também acumulam o pigmento nos seus tecidos adiposos. Como a dieta do salmão é muito variada, o salmão natural toma uma enorme variedade de cores, desde branco ou um cor-de-rosa suave a um vermelho vivo.
O salmão do Oceano Pacífico volta do mar à água doce para se reproduzir, quase sempre ao mesmo rio em que nasceu. À medida que se aproxima a época da procriação, a cabeça do macho muda de forma, alongando e curvando a mandíbula inferior em forma de gancho e a carne ganha uma coloração esbranquiçada. E enquanto que este morre após a reprodução, o salmão do Oceano Atlântico reproduz- se mais do que uma vez.  

Permanece na água doce nos dois ou três primeiros anos de vida antes de ir para o mar; suporta temperaturas baixas em água doce ou salgada. O salmão adulto é alimento de focas, ursos, lobos, tubarões, baleias e seres humanos. A imensa maioria do Salmão do Atlântico disponível no mercado mundial é produzida em cativeiro (quase 99%), enquanto que a maioria do Salmão do Pacífico é capturada em estado selvagem (mais de 80%).
 
RECEITA NA CATEGORIA DE PEIXE: Salmão Salteado com Massa Macarronete
Ingredientes: 
  • 400 g de salmão (*)
  • 200 g de massa macarronete
  • 200 g de cogumelos laminados
  • 100 g de tomate cereja
  • 100 molho de espargos
  • 2 dentes de alho
  • azeite, sal, tomilho e pimenta q.b.
  • Sumo de 1/2 limão

Confeção:

1) Tirar a pele e as espinhas ao salmão, para depois ser cortado aos pedaços pequenos; temperar a gosto com sal e pimenta, para além do sumo de limão e dos alhos picados; reservar. 

2) Preparar os espargos, cortando-os aos pedaços, depois de lhes tirar a parte mais fibrosa; lavar os tomates e cortá-los ao meio. 

3) Levar ao lume um tacho com água e sal, para depois cozer a massa, os espargos e os cogumelos, deixando cozinhar tudo durante algum tempo; reservar.

4) Num wok, verter um pouco de azeite, de forma a deixar saltear muito bem os pedaços do salmão e dos tomates; adicionar os espargos, a massa e os cogumelos, envolvendo tudo antes de retirar do lume; servir decorado com tomilho.

(*) Encontra este produto à venda na loja Lota no Bairro, em Odivelas, 
com 5% de desconto, 
bastando dizer que vai da parte do blogue Cozinha Com Rosto! 

Agora, é só dirigir-se à loja e… bom apetite!
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