Autores Convidados

 Maria Delfina Gama, Diretora de Hotel e Autora de Livros

Maria Delfina Gama, diretora de hotel, durante os estudos e até final do secundário num dos mais prestigiados colégios do país (Dom Diogo de Sousa) exerceu uma panóplia de funções em várias unidades hoteleiras de Portugal, nomeadamente, em Braga, Porto e Viana do Castelo, não deixando por isso de trabalhar a tempo inteiro nos seus próprios negócios, onde por diversas vezes obteve o reconhecimento público e recebe ainda hoje o reconhecimento dos Clientes que lhe são fiéis. Aquando do décimo segundo ano de escolaridade apareceu-lhe a oportunidade de ingressar num curso profissional de introdução ao turismo que abraçou de 1983 a 1986 tal foi a ansiedade de iniciar as suas funções. Posteriormente fez a graduação em direção hoteleira na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto entre muitas formações ao longo da sua carreira e que considera essenciais para qualquer profissional.

Fora do âmbito hoteleiro fez parte do Rotary Club de Braga Norte durante vários anos, foi diretora de um clube de andebol (CAB) e contribuiu na angariação de fundos de forma ativa tanto para a cruz vermelha como para outras entidades. Tudo isto acompanhado com a escrita para muitas revistas e jornais com ideias para o turismo das zonas onde se encontrava aquando das publicações tendo sido aplicadas muitas das suas sugestões.

Embora tenha finalizado alguns livros, até ao momento, publicou O Sr.Y e Outros Senhores – Hotelaria & Restauração No Seu Melhor com vista à melhoria do setor tanto para as entidades patronais como para os funcionários e, também, Um Conto de Fadas Num Inferno de Estrelas – A Europa Aberta visto que entende que as fronteiras deveriam continuar fechadas.

Esta profissional aprimorou muitas das suas competências ao longo do exercício de funções e diz que: “Sem sombra de qualquer dúvida, hoje tenho a certeza, que neste setor é importante 20% de teoria e 80% de prática pelo que todos os formandos/ alunos que frequentam as escolas de hotelaria deveriam começar desde o primeiro ano com este procedimento. Só assim poderão adquirir a paixão necessária para continuarem na profissão (…)”

Maria Delfina Gama entende que tem uma das profissões mais bonitas e gratificantes, todavia é uma profissão que exige muito das pessoas e causadora de muitas lágrimas face à disponibilidade, esforço e empenho exigido que, na maior parte das vezes, não é reconhecido nem ressarcido da forma mais conveniente.”

Sandrina Martins, Professora e Escritora

"Professora, dona de casa, esposa, mãe de dois rapazes e escritora (esta é uma aquisição recente na minha vida!).

Nasci em Paris, vivi a infância e juventude na Guarda, licenciei-me em Faro e andei por aí até assentar arraiais em Alenquer (vila que adoro!).

Sou formada em Ensino de Biologia e Geologia e dou aulas numa escola pública a alunos do 3.º Ciclo, há vinte anos e mais um pouco…. Querem saber a minha idade? É só fazer as contas, como dizia a outro. Recentemente, fiz uma Pós-Graduação em Gestão de Bibliotecas Escolares, porque deliro com o mundo da literatura juvenil e infantil.

Gosto mais do campo do que da praia, de passear pelas montanhas do que esturricar ao sol, de bater perna durante o dia a conhecer monumentos e ruelas do que viver all night long!

Tenho medo das alturas (medo não, pânico!), gosto de dançar ao som de música dos anos 80 e 90 em freestyle e de forma muito descoordenada, e sou altamente competitiva a jogar ao “Stop” (na categoria “países e cidades” sou imparável) e ao “Tabu”.

Adoro cinema (comédias francesas, histórias verídicas, suspense e ação), ler de tudo um pouco, ver séries policiais em modo contínuo, e esparrar-me no sofá nos dias chuvosos de outono com um bom chocolate quente e umas tostas com doce de alperce, ou mirtilo ou ruibarbo.

Gastronomicamente falando, sou semi-portuguesa nos gostos. Gosto de sardinhas em lata e dispenso as sardinhas assadas, e quanto ao bacalhau fico-me por duas ou três maneiras em vez das 1001. Adoro feijoada à transmontana e rancho à moda de Viseu (pratos para aguentar temperaturas polares, lembram-se que eu passei uma parte da vida na Guarda, certo?). E estes pratos, requentados no dia seguinte, com aquele sabor apurado, hein? Morro por uma boa tábua de queijos portugueses e de enchidos de todas as regiões. Gosto de comida italiana, mexicana, indiana e francesa, claro! Experimentem umas endívias no forno, enroladas em fiambre, como molho béchamel e queijo ralado. Não sou muito fã de sobremesas, mas um bom leite creme e uma mousse de chocolate acima de 70% de cacau, derrete-me depressa!

Para finalizar, aprecio as coisas mais simples da vida: uma boa conversa entre amigos de longa data, daquelas que vêm com ataques de riso incluídos ao ponto de doerem os abdominais (isto para quem os tem, claro!), os abraços dos meus rapazes (mesmo quando são por interesse) e as noites estreladas de agosto com as suas chuvas de meteoros. Também gosto de dar a minha opinião sobre uma data de coisas, por vezes, de forma meio estouvada!”

 Miguel Boieiro, Vice-presidente da Direção da SociedadePortuguesa de Naturalogia e Autor de Livros e Crónicas

"Miguel Boieiro nasceu em Alcochete no dia 29/05/1947. É formado em Contabilidade e Administração. Para além da sua atividade profissional, tem laborado em múltiplos setores, em especial no das autarquias locais, onde tem desempenhado vários cargos de responsabilidade, de que destacamos os seguintes:

Presidente da Assembleia Municipal do Seixal;

Presidente da Câmara Municipal de Alcochete, durante 19 anos;

Presidente da Associação dos Municípios do Distrito de Setúbal;

Presidente do Conselho Fiscal da Associação Nacional de Municípios Portugueses;

Membro da Junta Metropolitana de Lisboa;

Presidente da Rede Internacional “Esturiales”;

Presidente da Assembleia Municipal de Alcochete durante cerca de 10 anos;

Atualmente é Vice-presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Naturalogia, Presidente do Conselho Fiscal da Casa do Povo de Alcochete e Presidente do Conselho Fiscal da Associação Portuguesa de Esperanto;

Dá aulas de Fitoterapia e Esperanto na Universidade Intergeracional de Benfica, e na Escola Comunitária de Alcochete (Amikeca Grupo);

É membro da Sociedade da Língua Portuguesa, da Associação Portuguesa de Esperanto, da Associação Universal de Esperanto, da UNICEPE – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, da International Friendship League, da Liga dos Amigos do Jardim Botânico da Faculdade de Ciências de Lisboa, entre outras Associações e Coletividades;

Prestou consultadoria em agricultura biológica à Sociedade Agrícola Herdade do Alto do Pina, S.A. (Libertas Natura);

Cursou a disciplina de Fitoterapia (Curso de Botânica Aplicada à Naturopatia) do Instituto Hipócrates;

Foi distinguido com o diploma de Embaixador da Paz pela World Peace Federation, com o Prémio Ambiente pela Associação “Amigos da Terra” e com a Medalha D. Manuel I da Câmara Municipal de Alcochete;

Tem participado em numerosos congressos e encontros internacionais sobre a paz, a ecologia, o esperanto e a cooperação internacionalista, em especial, nos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chéquia, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Cuba, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos da América, França, Islândia, Israel, Itália, Hungria, Noruega, Palestina, Polónia, Reino Unido, Sri Lanka, Suécia e Suíça;

Artigos seus, mormente sobre botânica, alimentação, viagens e administração local, foram publicados no “Jornal da Alcochete”, “Jornal Alcachete”, “Correio de Pombal” “Jornal de Pegões” e “Jornal de Arganil” e nas revistas “Saúde Actual”, “Vida Sã”, “Campismo”, “Joaninha da Agrobio”, “Poder Local” e “Movimento Cultural”, entre outras.

A convite de várias organizações, tem proferido palestras sobre Botânica, um pouco por todo o País, especialmente em Lisboa, Porto, Coimbra, Portalegre, Leiria, Évora, Monchique, Fátima, Oeiras, Moita, Barreiro, Costa da Caparica, Montemor-o-Velho, Borba, etc.

É autor dos livros “As Plantas, Nossas Irmãs” -1º e 2º volumes e “Plantas para Curar e para Comer”.”

Cristina, Criadora da Marca e do Blog Coisas de Feltro

"Olá. Sou a Cristina, criadora da marca Coisas de Feltro. Sou mãe, mulher, crafter e curiosa pelo mundo que me rodeia. 

No meu blog partilho essencialmente aquilo que gosto e que me motiva, por isso, para além do meu trabalho de costura criativa, podem por lá encontrar muitos outros temas, entre eles as receitas de sobremesa que vou fazendo e que gosto de partilhar.”










Ana G. Neves, Professora e Detentora do Blog Recanto c/Tempero


"Chamo-me Ana G. Neves, tenho 39 anos e moro no Porto.

Sou professora e adoro cozinhar!

O blogue recanto c/tempero nasceu em 2012. Criei este recanto para partilhar as minhas experiências e receitas culinárias. É o meu livro de receitas virtual. Venham conhecê-lo!

Um dos meus lemas: Cozinhar também é um ato de am💗r."








Pedro Lima, Criador do Projeto Histórias à Mesa

Quem é o Pedro Lima????

Dizem que há diferença entre o que eu acho que sou e o que as pessoas pensam de nós.

Então vou dizer o que eu acho de mim, depois falta saber qual a vossa opinião.

Nasci e cresci numa aldeia na encosta da Serra do Louro, a famosa aldeia da Quinta do Anjo. Uma aldeia de trabalhadores rurais e de várias indústrias derivadas dos produtos agrícolas. Toda esta envolvência de produtos faz parte do meu conhecimento, no qual aprendi a fazer muita coisa, fiz: tremoços, azeitonas de conversa, apanhar uvas para vinho, fazer vinho, fazer pão, fazer bolos, cuidar de animais, ir á apanha da batata, colher frutas das árvores, fazer conversas, compotas, obras de manutenção das casas dos pais.

Sim.... isto tudo e muito mais.

Porque, no campo, temos de saber fazer um pouco de tudo... tirei um curso de cozinha, mas nem sempre exerci essa profissão.

De outra forma, hoje em dia até agradeço ter mudado de profissão várias vezes, pois consigo fazer vários trabalhos e o meu conhecimento é amplo.

Tanto que a manutenção dos 35000m2 do espaço dos moinhos vivos é feita por mim, incluindo o interior dos próprios moinhos.

Voltando à comida, a forma mais tradicional de a confecionar é indo ao encontro dos métodos antigos. Sabores intensos que nos fazem recordar os velhos costumes, dos almoços em família.

Isto são só palavras... para dar a sua opinião tem de vir ver, provar, sentir o cheiro, ouvir...

Por outras palavras, eu sou só um homem alto, da aldeia. 😉

Merita Andrade, Detentora da Loja Online Merita Gourmet

"Chamo-me Merita Andrade, sou brasileira e apaixonada por gastronomia.

Após chegar a Portugal, desenvolvi a minha paixão pela cozinha, e, até então, continuo a aperfeiçoar-me, mergulhando de cabeça nesse mundo gastronómico maravilhoso. 

Comecei com os tradicionais doces brasileiros, os brigadeiros, depois seguiram-se os bolos e os brownies, e ainda assim aperfeiçoo-me noutros cardápios, a fim de atrair mais clientes. 

E para completar e ampliar ainda mais a minha loja online, os doces e as comidas saudáveis fazem agora igualmente parte do meu projeto atual.” 

 







Lobélia Baptista, detentora do Blog Da Horta para a Cozinha

“Comecei a cozinhar tarde, só quando me casei aos 27 anos.

Até aí, limitava-me a ver a minha mãe na cozinha e antes a minha avó, cada uma à sua maneira e cada uma no seu tempo, mas ambas excelentes cozinheiras.

Publicitária de profissão, Diretora de Media, profissão exigente como poucas, nem sempre com tempo nem disposição para estar na cozinha.

Mas o gosto ia nascendo e com uma filha pequena comecei a ter a preocupação de lhe dar a mesma alimentação que eu tinha tido em casa dos meus pais, caseira, saudável, feita com muito carinho.

E ao fim de semana lá ia experimentando, alterando receitas da mãe e das que lia, e tentando adivinhar o que comia em restaurantes e fazer experiências.

Compradora compulsiva de revistas e livros de culinária, o gosto instalou-se.

Viajei muito na minha vida profissional e pessoal. E sempre que o fazia tentava provar a comida local. Ir aos mercados e praças era obrigatório. As viagens deram-me a descoberta de novos ingredientes, aromas e formas de confecionar os alimentos, e acima de tudo, não ter medo de experimentar e arriscar.

Não sou chefe, nem cozinheira profissional, sou apenas uma reformada, que adora cozinhar, partilhar a comida que faz, receber a família e amigos.

As receitas que vai ver no blog são as que faço no meu dia a dia, em dias de festa, ou naqueles dias que nos apetece um prato diferente. Receitas minhas, da minha mãe, de amigos e outras vistas e relidas, em livros, revistas e blogs de culinária e agora em programas de televisão ou na Internet.

Mas todas são experimentadas e testadas, por mim, e nalguns casos com pequenas alterações a ajustar aos gostos cá de casa.

Não gosto de limpar loiça, mas sou muito organizada na minha cozinha, principalmente quando estou a cozinhar.

Não gosto de língua de vaca, não aprecio iscas e rins e tudo o que seja cozinhado com sangue, como por exemplo arroz de cabidela. De resto, acho que gosto de tudo, e claro, gosto de comer o que faço, mas também gosto de experimentar o que os amigos fazem, e muito de conhecer restaurantes novos, cozinhas internacionais e com novas abordagens.

Agora a viver no campo, resolvi com o meu marido encetar a tarefa de criar uma horta e de plantar um pomar com 50 árvores tudo biológico e tudo feito com muito prazer e carinho. Daí o nome do blog “dahortaparaacozinha”.

Por último, mas não menos importante, as fotografias, essas são da autoria do marido, que agora, também reformado, pode dedicar-se ao hobby que sempre teve, a fotografia.

Este blog que vos trago agora, só é possível pelo carinho da família e amigos mais próximos que me incentivaram a fazê-lo. Depois de um ano com a minha página no Facebook e no Instagram com as minhas receitas, chegou agora a vez do blog.”

Rosa Song, a “Rosa do mundo”, Professora

“Olá, o meu nome é Rosa, tenho 39 anos, sou portuguesa, mas com descendência moçambicana, indiana e chinesa, o que me apelidou de "Rosa do mundo" entre os meus amigos.

Tenho formação curricular em Artes pela Escola Artística António Arroio e o percurso académico iniciou-se em Londres na London College of Communication - University of Arts of London, tendo sido finalizado em Portugal, na Faculdade de Arquitetura de Lisboa em Design.

Como a vertente educacional de "estar ao serviço" sempre foi uma paixão, neste momento sou professora de Educação Visual,  que, para complementar essa vontade de ajudar o próximo que está intrínseca em mim, continuo a cultivar-me nesse aspeto e fiz formações avançadas de Análise em Desenho Desenvolvimentista em Crianças e Play Therapy no ISPA, tenho uma pós graduação em Logoterapia através do Instituto Viktor Frankl da Áustria e estou neste momento a formar-me em Psicoterapia Transpessoal, onde iniciarei o meu percurso como psicoterapeuta este ano, 2022.

Devido à minha sensibilidade e curiosidade pelo campo vibracional (energético) do meio ambiente e tudo o que dele faz parte, ando numa busca constante de metodologias de interação e melhor compreensão com o mesmo e connosco (em termos de auto conhecimento) de modo a que possamos viver de uma forma mais plena, consciente e enraizados no momento, através de uma frequência mais "amorosa". 

Para mim, a comida/alimento é mais uma forma de dar e receber "amor", porque irá nutrir e contribuir para a nossa evolução seja no campo físico, mental ou mesmo espiritual. 

O meu objetivo com o contributo dos meus artigos, é dar a conhecer informações em diversos níveis, cuja experiência emocional se alia a todo um ambiente artístico inspirador e onde eu possa literalmente dizer: aqui... come-se "amor".”

Maria João Lopes da loja online BY QUINTAL


"Nasci e cresci na cidade de Lisboa, mas desde muito nova sentia uma forte atração pelo campo e pela ruralidade, e há cerca de 25 anos fui atrás do meu sonho e escolhi viver em Vila de Rei no coração de Portugal. Foi aqui com alguns dos meus vizinhos, pessoas já com idade avançada que tive o primeiro contato com o maravilhoso mundo das abelhas. Em breve o entusiasmo cresceu, e embora de forma muito rudimentar tornei-me apicultora. Entretanto, ao mesmo tempo que o fascínio crescia, a necessidade de saber mais e entender melhor este "povo miúdo" levaram-me a procurar mais conhecimento no ISA e a partir daí a apicultura tornou-se a minha área de trabalho, quer como apicultora quer como formadora nessa área em específico. Atualmente tenho apiários em Vila de Rei, Sintra e Bucelas.

Criei a marca By Quintal que comercializa os diferentes da colmeia.

Marlene Freire, criadora do Projeto Casa de Pau – Sabor com Amor

Nasci a 3 de março de 1985 no distrito de Aveiro e cresci numa família humilde que cedo me ensinou a cozinhar e o valor da terra.

Licenciei-me em Biologia pela Universidade de Aveiro mas nunca exerci biologia profissionalmente, no entanto, o gosto pela terra é espelhado no dia-a-dia, quer na horta, quer na cozinha. Sou cristã, casada com o Miguel e mãe da Helena e do André – os meus verdadeiros tesouros.

A alimentação na CasaDePau é muito diversificada, com isto quero dizer que nós comemos de tudo, apenas o “tudo” tem dias e horas de exceção e não de regra. Privilegiamos uma alimentação saudável, com descoberta de novos sabores e sem medo de experimentar combinações alimentares.

Descobri o encanto pela cozinha no tempo da licenciatura. Com o passar do tempo, esse encanto foi transformado em amor e, hoje em dia, é um dos lugares onde me sinto mais feliz.

Adoro cozinhar por impulso! Gosto do improviso na cozinha e de me rir quando o improvável fica maravilhoso. Assim…bem-vindo à CasaDePau! Vá, puxa uma cadeira e senta-te comigo à mesa.”

 Associação dos Amigos de Caneças

«A Associação dos Amigos de Caneças, fundada a 27 de julho de 2005, é uma associação cultural, sem fins lucrativos, criada com o propósito de ajudar a preservar, a dinamizar, a apoiar, a defender e a divulgar o património histórico-cultural de Caneças, através de diversas ações. Até à presente data conta com cerca de 200 associados, com residência em Caneças e arredores.

A Associação tem promovido atividades diversas, de forma a contribuir para a valorização e preservação do património histórico – cultural da Vila de Caneças, pelo que tem desenvolvido iniciativas diversificadas nas áreas da cultura (património, usos e costumes), privilegiando também as parcerias com as escolas do Agrupamento de Caneças, as autarquias locais e outras instituições de caráter cultural e de solidariedade social.

A divulgação do património cultural de Caneças tem sido realizada através da produção de materiais etnográficos; organização de exposições etnográficas e temáticas; dinamização e participação em palestras e outras atividades lúdico–culturais, como “ A Feira do século XVIII em Caneças” e o Festival da Sopa; promoção de concursos junto do Agrupamento de Escolas de Caneças (logótipo e mascote do jornal “O Caneças”; concurso literário “Uma aventura no Aqueduto”; concursos gráficos “Recria a ilha de Caneças”, “Ilustra a lenda de Caneças”, “ A trouxa das Lavadeiras de Caneças” ; realização de passeios culturais; recolha de documentação e objetos; edição de uma publicação periódica“ O Caneças”; publicação de um livro sobre “As Tradições Religiosas de Caneças”; edição de coleções de postais-Coleção Património: ”O comércio da água em Caneças” e “Usos e Costumes de Caneças”; confeção de bolos típicos; caminhadas por Caneças com a recriação de quadros históricos.

Desde o ano 2016 até ao início do presente ano, a Associação arrendou uma loja no Centro Comercial Mirassol, em Caneças. Neste espaço-sede, divulgámos o espólio da Associação com a criação do “Núcleo Museológico - Memórias, Património e Tradições de Caneças” e realizámos palestras culturais. Atualmente, estamos a preparar a sala cedida pelo município de Odivelas, no Centro Interpretativo de Caneças (CIAC).

Curiosidades:

"Medalha Municipal de Mérito, Grau Prata (19 de novembro de 2018); “Medalha de Honra da Junta de Freguesia de Caneças” (10 de setembro de 2007); Associação confederada nº 3825 da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

Mail: associacaoamigosdecanecas@hotmail.com

Blogue: http://amigosdecanessas.blogspot.pt/»

Jack Sofier, Engenheiro Técnico, Consultor Internacional e Escritor

”Dobra djin, mangandang umaga, boker tov, buongiorno, god morgon, good morning! Isto era só para dizer bom dia! Aprendi muito mais nos anos em que trabalhei pelo mundo.

Pai da Bielorrússia, mãe da Moldávia, nascido numa favela do Rio de Janeiro, cidadão sueco.

Trabalhei em 12 países ao longo de 38 anos: Rússia, EUA, Filipinas, Tanzânia, Angola, China, etc. Fiz de tudo. Ao reformar-me, tive convite de amigos para viver em 5 países. Escolhi o MELHOR PAÍS DO MUNDO, COM A MELHOR GASTRONOMIA DO MUNDO, OS MELHORES VINHOS DO MUNDO, UMA INVEJÁVEL RIQUEZA CULTURAL e sobretudo, O POVO MAIS SIMPÁTICO DO MUNDO! POR-TU-GAL!!!

Isso já eu falei muitas vezes. No Prós e Contras fui até ovacionado quando o disse.

Vamos a uma apresentação breve sobre a minha pessoa? E porque é que gosto de cozinhar e de partilhar?


  1. Quando era jovem, a estudar em Estocolmo, lavei pratos à noite num restaurante. Era rápido e conversava com o chef que começou a passar-me receitas. Eu, imigrante, precisava de amigos, e comecei a convidar colegas de faculdade para almoçar a cada 2º Domingo.
  2. Sofri um acidente, fiquei meses no hospital ao lado de um chef da rede Hilton, que me ensinou truques. Convidei ainda mais colegas e, naquela idade, queria namoradas. Ahhh… beber, comer, cantar, dançar? Rima com AMAR!
  3. A carne é cara na Suécia. Uma amiga vegetariana ensinou-me o básico e eu ajustei receitas. Depois fui trabalhar para o governo do Brasil.
  4. Na carreira internacional, tinha de comer o que por lá era normal ou especial: Borscht na Rússia, cérebro de macaco na Tanzânia, arroz frito e adobo nas Filipinas, pepino do mar na China, cauda de crocodilo na Amazónia, ensopado de macaco em São Tomé-Príncipe. Pois, convidado não é príncipe, segue a receita da etiqueta, come de tudo.
  5. Na pequena cidade da Suécia, eu precisava de amigos e comecei a convidar 4-5 casais para longos jantares de sábados. Acepipes e aperitivos na grande cozinha/sala de jantar, onde eu cozinhava, conversava e aprendia. Convívio, anedotas, odores, sabores, comer, beber, VIVER!!!
  6. Reformei-me. Na pequena Albufeira, já em Portugal, eu precisava novamente de amigos, e voltava a convidar 4-5 casais para longos jantares de sábados. E aí recomeçavam os acepipes e aperitivos na grande cozinha/sala de jantar, onde eu mais uma vez cozinhava, conversava e aprendia. Convívio, anedotas, odores, sabores, comer, beber, VIVER!!!
  7. Num período mais calmo, frequentei metade do curso de escanção. Vim para Portugal, comecei a escrever sobre vinhos na newsletter da ABS, Associação Brasileira de Sommeliers. Depois, em sueco, numa revista da classe alta lá, Ljuva Livet. Fui jurado no Concurso Nacional de Vinhos, do CNEMA. Como guia para pequenos grupos nórdicos e no Rotary, conheci muitos restaurantes, produtores de vinhos, empresas e locais maravilhosos nesse fenomenal Portugal. Escrevi sobre o potencial de turismo sustentável e acabei jurado em Sustainable Development Awards, quando distribuí prémios em congressos internacionais.”

https://jacksoifer.wordpress.com/

Leonardo Alves, Professor, Formador e Empreendedor em Educação Digital

“Mas, afinal, quem sou?

Assim como o Papa Francisco referiu-se à sua cidade natal no dia de sua apresentação ao mundo como o novo papa, também eu, na minha humilde condição humana apresento-me: “sou natural de uma cidade próxima do fim do mundo, relativamente próxima da cidade natal do Papa Francisco. Este, natural de uma cidade argentina e eu, natural de Pelotas, cidade situada no sul do sul do Brasil”.

Há mais de trinta anos a viver e a lecionar em Portugal, onde exerci a docência de Ciências Naturais (Biologia + Geologia) do Ministério da Educação, lecionei na Escola do Ensino Básico Avelar Brotero, pertencente ao Agrupamento de Escolas Adelaide Cabette, na cidade de Odivelas, onde durante os últimos vinte anos letivos desenvolvi a minha prática docente, essencialmente através da metodologia b-learning e da implementação das novas tecnologias de informação e comunicação, as TIC, de forma integral, em sala de aula, tornando os alunos os verdadeiros protagonistas da sua própria aprendizagem, através da investigação online, da delimitação de conteúdos, da criação e da partilha de novos conteúdos digitais, muitos destes produzidos de forma colaborativa.

Nossa missão passa, indiscutivelmente, pela mudança de paradigmas e de atitudes, diante do que o futuro nos reserva, promovendo a autonomia do aluno, como ser aprendente, no seu processo de aprendizagem e o uso da tecnologia e da internet em sala de aula. Estamos diante de um novo tempo em que a velocidade das mudanças é tão rápida, que mantermo-nos inertes é o mesmo que andar para trás. É ignorar a realidade dos factos, é resistir aos sinais mais do que óbvios, do tempo, que já não nos permite procrastinar ou mesmo dificultar o acesso às tecnologias e ao meio digital aos alunos.

E como referi no meu vídeo currículo, C V Leonardo Alves , que a melhor maneira para se gastar dinheiro é em viagens, não poderia deixar de referir que um dos meus conteúdos que irei escrever na revista P’rá Mesa, será sobre dicas de roteiros de viagens e sugestões de restaurantes e comidas típicas de alguns países europeus e não apenas.

Leonardo Alves

Professor empreendedor na área da educação digital.

Proprietário do blog https://educatche.com/

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