segunda-feira, 27 de maio de 2019

Guacamole servido com Tortillas de Queijo

Digamos que o abacate é um dos “frutos da moda”, mas também uma das minhas mais recentes aquisições na dieta alimentar, porque simplesmente é muito especial: é um fruto bastante versátil, podendo ser consumido durante todo o ano e de diversas formas, e ainda tanto salgado como doce, para além de conter muitos nutrientes!

Sublinhe-se, por exemplo, o facto de ser rico em gordura monoinsaturada, sendo, por isso mesmo, uma opção saudável para o nosso coração!

E se, por um lado, pode ser utilizado para limpar e nutrir a pele como máscara de beleza, por outro lado, temos que o guacamole, típico da culinária mexicana, é porventura o uso mais corrente do abacate, sabiam?

Originalmente, este é uma espécie de puré de abacate bem condimentado. Contudo, para além da pimenta, presente em vários pratos mexicanos, ele leva ainda cebola e sumo de lima ou de limão, sendo por exemplo servido com nachos (tortilhas crocantes de milho).

Vamos para a cozinha?

Mas antes, posso dizer-vos que “Abacate” originou-se do náuatle, língua falada por grupos indígenas que habitavam o México e El Salvador, em que o vocábulo āhuacatl, naquele idioma, significa “testículo” e foi utilizado para nomear o fruto.

Anatomicamente, o abacate é um fruto arredondado ou piriforme, de peso médio de 500 a 1 500g, em que a sua casca varia, em colorido, do verde ao vermelho-escuro, passando pelo pardo, violáceo ou negro, cujas duas principais variedades são a Strong (cor verde) e a Hass (cor roxa). A árvore, o abacateiro, atinge até 30m e cresce melhor em climas quentes.

No que diz respeito ao seu consumo, o mesmo deve ser consumido cru, sendo a sua textura cremosa, idealmente até para barrar no pão, mas nunca sem antes adicionar umas gotas de limão, ou lima, para evitar que se oxide e escureça ao ar.

Curiosamente, os arqueólogos encontraram sementes deste fruto em sepulturas do povo Inca, datadas de 750 antes de Cristo, tendo-se pensado na altura que a semente do abacate teria propriedades afrodisíacas na vida após a morte. Todavia, existem plantações de abacate em Portugal, principalmente no Algarve e na Madeira.

Acrescente-se ainda que é amplamente utilizado na Medicina Ayurvédica, para o tratamento de várias doenças, tais como hipertensão, dor de estômago, bronquite, diarreia, e diabetes. Aliás, diversas pesquisas têm evidenciado que o seu extrato aquoso tem atividade analgésica e anti-inflamatória comparável ao ácido acetilsalicílico.

Dicas iniciais de preparação do abacate:

  • Dar um golpe à volta do abacate, verticalmente, rodando o fruto; a faca deve ir até ao caroço.
  • Com as mãos, rodar o abacate para separar as metades.
  • Para tirar o caroço de forma a deixar o fruto sem mazelas e inteiro, enterrar num só golpe a faca no caroço e puxar rapidamente.
  • Com a ajuda de uma colher, tirar a polpa do abacate; colocar a colher bem rente à casca e ir rodando o fruto para que a polpa saia inteira.

RECEITA NA CATEGORIA DE SNACKS: Guacamole servido com Tortillas de Queijo

Ingredientes:

  • 1 abacate
  • 1/2 cebola picada
  • 1 tomate pequeno sem sementes picado
  • 1 malagueta pequena sem sementes picada
  • Sumo de 1/2 limão
  • Sal q. b.

Confeção:

  1. Retirar a polpa dos abacates e, numa tigela, amassar com um garfo até formar uma pasta.
  2. Adicionar a cebola picada, o tomate picado e a malagueta sem sementes e mexer tudo muito bem.
  3. Deitar o sumo de limão e temperar com sal, misturando até ficar homogéneo.
  4. Reservar no frigorífico até à hora de servir.

Tortillas de Queijo

Ingredientes: 

  • 1 chávena de chá de farinha de milho
  • 2 colheres de sopa de banha de porco
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 1/2 de chávena de chá de queijo ralado fino
  • 1 chávena de chá de água morna
  • Óleo para fritar

Confeção:

  1. Numa vasilha, misturar a farinha, a banha de porco, o sal e o queijo com a ponta dos dedos.
  2. Adicionar a água, aos poucos, sovando com as mãos até obter uma bola.
  3. Dividir a massa em várias porções e modelar bolas com cada porção.
  4. Cobrir e deixar descansar por 30 minutos.
  5. Abrir a massa com a ajuda de um rolo até ficar fina.
  6. Cortar em triângulos e fritar em óleo quente até dourar.
  7. Escorrer sobre papel absorvente e servir numa travessa com o molho guacamole.

(fontes: https://www.pingodoce.pt/escola-de-cozinha/ingredientes/abacate/,

https://www.pingodoce.pt/escola-de-cozinha/tecnicas/como-descascar-abacate/,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Abacate

https://guiadacozinha.com.br/tortillas-queijo-acompanhar-guacamole/)

segunda-feira, 20 de maio de 2019

História e Receita de "Coelho à Caçador"!

Raramente se come coelho cá em casa, mas ao passar pelo Talho “Sucesso Carnes” na semana anterior à Páscoa deste ano, localizado em Odivelas (Ramada), onde, aliás, costumo ir regularmente, lembrei-me de pedir para adicionarem um exemplar do mesmo cortado aos pedaços à minha lista de compras desse dia!

Afinal de contas, sou eu quem, nos últimos anos, prepara sempre o intitulado almoço do Domingo de Páscoa em família, bem como as refeições referentes às alturas do Natal e Ano Novo, ou até mesmo de alguns Aniversários!

E como sabe sempre tão bem colocar a conversa em dia com quem mais gostamos e nos quer bem, não é verdade?

Na correria do dia a dia, já basta não termos tempo para estar com a nossa família e amigos mais próximos, por isso precisamos cultivar o amor e o afeto pelos outros, e também há momentos que valem por toda uma vida…

E sabem que mais? Eu não me arrependi nada de o ter feito e quem provou, simplesmente… repetiu!

Por isso, convido-vos a lerem os próximos parágrafos, porque se, por um lado, vou desde já passar à descrição da receita “Coelho à Caçador“, por outro lado, achei por bem contar-vos um pouco acerca das possíveis origens desta mesma receita, depois de ter feito uma certa pesquisa, acham bem?

Vamos para a cozinha?

RECEITA NA CATEGORIA DE PRATO PRINCIPAL DE CARNE: Coelho à Caçador

Ingredientes:

  • 1 coelho cortado aos pedaços
  • 4 dentes de alho
  • 2 folhas de louro
  • 2 dl de azeite
  • 400 g de cogumelos frescos cortados aos quartos
  • 150 g de bacon cortado às tiras
  • 1 cebola grande
  • 150 g de azeitonas verdes descaroçadas
  • 400 g de batatas
  • 400 g de cenouras
  • Sal, pimenta e sumo de limão q.b.
  • 1 ramo de Salsa
  • 1 colher de sopa de Massa de Pimentão
  • 1 colher de sobremesa de Pimentão Doce
  • 1/2  garrafa de Vinho Tinto
  • Alecrim, Sal e Pimenta q. b.
  • 2 colheres de sopa de Banha de Porco
  • 2 Tomates maduros
  • 1/4 de Pimento Vermelho
  • 1 cubo de Caldo de Carne

Confeção:

  1. Preparar a marinada para o coelho, picando os dentes de alho, para depois juntar o alecrim, as folhas de louro, o pimentão doce e uma parte do azeite, para além de temperar com pimenta e sal, e ainda misturar tudo muito bem com as mãos.
  2. Esfregar cada pedaço do coelho com o tempero anterior, regando depois tudo com o vinho tinto.
  3. Tapar com película aderente e reservar no frigorífico durante algumas horas.
  4. Colocar o restante azeite no fundo de um tacho largo, para depois juntar a banha de porco e mais tarde a cebola e o pimento vermelho, já tudo picado.
  5. De seguida, tirar a pele e as sementes aos tomates, para serem cortados aos pedaços e adicionados ao refogado anterior, antes dos pedaços do coelho entretanto retirados do frigorífico, de forma a deixar fritá-los um pouco juntamente com o bacon.
  6. Verter depois a marinada e adicionar o caldo de carne, os cogumelos, o sumo de limão e as azeitonas,bem como o ramo de salsa, deixando estufar durante cerca de 45 minutos.
  7. Cozer as batatas e as cenouras, tudo descascado e cortado aos pedaços, em água a ferver e um pouco de sal.
  8. Servir os pedaços de coelho juntamente com as batatas e as cenouras cozidas, tal como o molho que se criou.

E são várias as receitas de “Coelho à Caçador“, pois caçadores em Portugal não faltam, sejam eles com raíz transmontana, alentejana, ribatejana, algarvia, minhota, etc.

Ainda me lembro de, em criança, estar sentada a olhar para o meu pai a esfolar um coelho, ainda que doméstico, depois de o ter pendurado pelas patas nalgum tronco, em que lhe puxava a pele a partir da parte superior do tronco, para logo a seguir separar a cabeça, já que a minha mãe não gostava de a aproveitar.

Mas a essência desta receita é imaginarmos, em tempos longínquos, quando é que os caçadores traziam a caça, o que era também uma forma de protegerem as suas colheitas, temperando-a mais tarde com as ervas e o vinho da região e ainda cozinhavam a peça em fogo brando nos potes de barro ou de ferro. Acrescente-se que era costume este prato ser servido com batatas cozidas e/ou com pão.

Bom proveito!

(fonte: https://asenhoradomonte.com/2012/09/21/feijoada-a-transmontana/,

https://www.teleculinaria.pt/receitas/carnes/feijoada-a-transmontana/)

domingo, 12 de maio de 2019

Revista Digital Cozinha Com Rosto N.º 5 + Passatempo (já terminado!)

Aqui estou eu para vos presentear com mais uma Revista Digital Cozinha Com Rosto, a número 5 – maio 2019!

Mas atenção que a mesma só se encontrará disponível para quem subscrever a Newsletter deste Blog aqui a partir de… agora, na qual voltei a incluir textos novos a ver com as seguintes categorias, num total de 30 páginas desde a capa à contracapa, no caso de quererem imprimir:

  • na cozinha
  • viva melhor
  • as minhas recomendações
  • curiosidades do mês
  • em destaque
  • considerações finais

Desta forma mostro-vos abaixo alguns exemplos de páginas:

E quanto ao passatempo anunciado no título deste artigo?

Pois bem, tenho o prazer de vos anunciar que, entre hoje e o próximo dia 31, irá ter lugar mais um passatempo no meu blog:

Oferta de 1 Exemplar do  Livro “As Plantas, nossas irmãs – volume 2”, da autoria de Miguel Boieiro!

(descubra como, mais abaixo!)

Isto porque, de acordo com o que eu redigi numa das edições anteriores da Revista Digital, no passado dia 16 de fevereiro, na Biblioteca de Alcochete, por volta das 16h, decorreu a cerimónia de apresentação livro “As Plantas, nossas irmãs – volume 2”, da autoria de Miguel Boieiro:

O lançamento do 2o volume de “As Plantas, Nossas Irmãs” é a continuidade de um trabalho de pesquisa que há anos tenho vindo a fazer para divulgação das utilidades da flora. É também um esforço para dilatar a sensibilidade dos cidadãos, numa época de grande consumismo, sensibilizando-os para o aproveitamento criterioso dos benefícios que a natureza coloca à nossa disposição, sem nada pedir em troca, a não ser respeito e consideração.”

clicar para ler entrevista de Cozinha Com Rosto a Miguel Boieiro

E tal como também já descrevi em alguns textos do meu blog, como por exemplo aqui, muitas das plantas que conhecemos (cavalinha, stevia, curcuma, urtiga, etc) podem ser utilizadas de alguma maneira numa simples receita caseira, com o objetivo de solucionar pequenos problemas de saúde no dia-a-dia; contudo, é fundamental conhecer cada uma delas, para garantir a sua atuação benéfica sem danos sérios para o organismo humano!

Sendo assim, e numa forma de ao mesmo tempo retribuir quem me segue, eu própria sugeri, ao autor do mesmo livro, Miguel Boieiro, fazermos um passatempo em conjunto, de forma a que o vencedor receba, como oferta, um exemplar do livroAs Plantas, nossas irmãs – volume 2”, e sem qualquer custo, bastando seguir as seguintes regras:

  1. Residir em Portugal Continental;
  2. Subscrever a Newsletter do Blog Cozinha Com Rosto aqui;
  3. Escrever um comentário neste artigo do Blog, dizendo que gostava de participar neste passatempo, juntamente com uma frase alusiva ao título do livro “As Plantas, nossas irmãs”.

O passatempo realiza-se entre o dia 13 e o dia 31 de maio de 2019 às 24h.

O vencedor será aquele que escrever a frase mais inspiradora, sendo depois contactado pelo email fornecido, para se combinar a entrega do prémio, pessoalmente ou por correio normal, tendo 48 horas para o fazer, caso contrário será nomeado outro vencedor

Boa sorte a todos, agradecendo, desde já, a partilha deste mesmo artigo!

Porque… nós somos o que comemos e… até ao próximo texto!

(E o Vencedor foi…

Paulo Sousa!!

Muitos parabéns!!)

segunda-feira, 6 de maio de 2019

O Pescetarianismo e a Receita do Arroz de Perca!

Pescetarianismo, ou piscitarianismo, é um regime alimentar que inclui peixes e frutos do mar, mas exclui a carne de outros animais. Uma dieta pescetariana é uma dieta que inclui hortaliças, frutos, nozes, cereais e leguminosas, ovos e laticínios, mas diferentemente de uma dieta vegetariana, peixes, e algumas vezes frutos do mar.

Um dos motivos mais citados para a adoção desta dieta é o desejo de manter uma boa saúde, baseado nos resultados encontrados que carne vermelha é prejudicial à saúde em muitos casos devido a carnes não magras conter altas quantidades de gordura saturada.

Por outro lado existe a preocupação com consumo de grandes quantidades de certas variedades de peixe devido a conterem toxinas como mercúrio e bifenilpoliclorados (PCB), apesar de ser possível selecionar peixes com pouco ou nenhum mercúrio e moderar o consumo de peixes que o contém.

Cada vez mais aparecem tendências alimentares diferenciadas, ora baseadas em modas ou crenças religiosas, ora a ver com certas questões de saúde ou ainda com a aparência física de cada um!

Entre elas, descobri eu, outro dia, enquanto fazia uma certa pesquisa pela Internet, existe o… pescetarianismo! E, curiosamente, este tipo de dieta alimentar pode estar intimamente ligado ao vegetarianismo, uma vez que grande parte dos alimentos são de origem vegetal, porém estão também incluídos produtos de origem marítima, os ovos, os laticínios e o mel.

Na verdade, todos nós sabemos que o peixe é a melhor forma de obter ácidos gordos ómega-3, sendo, por exemplo, o salmão selvagem e as sardinhas, alguns dos mais benéficos.

E, se grande parte dos vegetarianos acha que come bastante proteína, só porque se incluem alimentos como grãos integrais, feijões, legumes e sementes, pelo que também investiguei, estas podem ser antes fontes incompletas, para além de que seus constituintes também podem não ser totalmente digeríveis uma vez ingeridos, podendo dar origem a uma insuficiente absorção de nutrientes, respostas imunes ou até algum tipo de problema intestinal.

Ou seja: uma dieta rica em proteínas pode ser difícil de conseguir se for apenas do tipo vegetal, enquanto que os peixes, crustáceos e moluscos são uma ótima fonte de proteína magra; consequentemente, o próprio sistema imunológico pode vir a beneficiar, somando-se o facto de ainda ajudar no combate à inflamação, no que diz respeito, por exemplo, ao cancro.

Acrescente-se ainda que a escolha do peixe na nossa alimentação pode vir a ter um custo maior do que outro tipo de opções, mas tudo depende do tipo de espécie ou qualidade de peixe é que estamos a falar, já que os preços praticados dependem muito de onde se compra, época do ano e se se compra fresco ou congelado e se é de mar ou aquicultura.

Para finalizar, segundo certos profissionais na área da saúde e nutrição, devem-se comer cerca de duas porções de peixe por semana, para a saúde do nosso coração; contudo não devemos optar por ingerir exageradas quantidades de produtos de origem marítima, mas sim optar por assumir um tipo de dieta alimentar o mais variada possível, de forma a colmatar algum tipo de constituintes no nosso organismo para o seu bom funcionamento.

Por tudo isto, cá em casa existe uma certa preocupação em incluir pratos de peixe na nossa alimentação, tendo sido a perca, desta vez, a minha escolha para uma receita no meu blog:

“Perca é a denominação de qualquer espécie do género-tipo dos percídeos, como, por exemplo, a Perca fluviatilis, que é considerada a verdadeira perca. A perca é um conjunto de diferentes espécies de peixes nativos de água doce do mundo inteiro. A perca do Nilo, Lates niloticus, é um dos maiores peixes de água doce, mas, por viver no Lago Nasser, não é certo que tenha habitado o Nilo antigo. É possível reconhecer alguns peixes que os antigos egípcios pescavam, como a tilápia e o peixe-tigre.”

RECEITA NA CATEGORIA DE PRATO PRINCIPAL DE PEIXE: Arroz de Perca

Ingredientes:
500 g de perca (*)
– 2 Cebolas
– 2 dentes de Alho
– 2 tomates
– 1 dl de Azeite
– 1 dl de Vinho Branco
– 6 medidas de água para 2 medidas de arroz carolino
– 2 colheres de sopa de polpa de tomate
– sal q.b.
– pimenta q.b.
– sumo de limão q.b.
– salsa ou coentros q.b.
Confeção:

1) Cortar o peixe em cubos e temperá-los com sal, pimenta e sumo de limão e reservar;

2) Picar as cebolas, os alhos e o tomate, este limpo de pele e sementes, para depois refogar tudo no azeite, assim como o peixe;

3) Verter o vinho branco e a polpa de tomate ao refogado, deixando ainda cozinhar por mais alguns minutos antes de juntar a água;

4) Adicionar o arroz e envolver, deixando em lume brando até cozinhar o arroz;

5) Retificar os temperos, se necessário, e servir de seguida com a salsa ou os coentros picados.

(*) Encontra este produto à venda na loja Lota no Bairro, em Odivelas com 5% de desconto, bastando dizer que vai da parte do blogue Cozinha Com Rosto! 

(fontes: www.cozinharsemstress.pt/cozinhar/receitas/arroz-de-perca/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Perca_(peixe)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pescetarianismo,

https://www.pescanova.pt/nutricao/pescetarianismo

http://www.nutricaointegrativa.com/o-que-e-um-pescetariano-e-o-que-o-comem/)