terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Por um Momento, Donuts!

E se alguém lhe oferecesse Donuts ainda hoje?

Um pequeno bolo em forma de rosca, muito popular nos EUA, mas de origem incerta, que consiste numa massa açucarada frita, que ao servir pode ser coberta com diversos tipos de coberturas doces coloridas, onde se inclui o chocolate…

Só sei que o resultado é um sabor bastante delicado, numa massa extremamente leve e fofa, tendo achado excelente ideia sentir ainda o aroma de baunilha misturado com o de noz moscada…

Experimente a receita abaixo e depois conte como foi! E… bom Carnaval!

“Nos EUA CANADÁ, esta designação também pode ser usada para bolas de Berlim, que são conhecidas como “sonhos” no Brasil. Neste caso, em que o bolo tem uma forma esférica, a designação precisa usada nos Estados Unidos é filled doughnut, que significa “donut recheado”. Pode ser recheado com geleia ou outros cremes doces. No caso da rosca, a designação precisa é ring doughnut, significando “donut rosca”.

Em Portugal, a expressão donut ou dónute designa apenas o bolo em forma de rosca. O bolo esférico corresponde à bola de Berlim;

Berliner alemã, correspondendo ao filled donut americano.
A verdade quanto à origem do donut não é consensual. Existe uma teoria que indica terem sido introduzidos na América do Norte por povoadores neerlandeses.

Por outro lado, Hanson Gregory, de origem americana, reclamou para si a invenção do donut em 1847, a bordo de um navio de transporte de fruta, quando tinha apenas dezasseis anos de idade. Este afirmou ter feito um buraco numa bola de Berlim, ao não se encontrar satisfeito com os centros crus que estas por vezes apresentavam. Segundo este, o buraco teria sido feito com um frasco de pimenta do navio, tendo esta técnica sido ensinada mais tarde à sua mãe.

O registo mais antigo do termo doughnut data de um conto de 1808, que menciona uma série de “dough-nuts”. No ano seguinte, em 1809, Washington Irving referiu-se a “doughnuts” na sua “História de Nova Iorque”, sendo esta referência frequentemente citada como a primeira. Descrevia-os como “bolas de massa adoçada, fritas em gordura de porco”. Note-se que a palavra dough significa massa, em língua inglesa, e nut significa noz. Assim sendo, doughnut podia ser interpretado como uma noz de massa. Fora dos EUA, em países de expressão inglesa, doughnut é a forma mais comum. Nos EUA, a versão abreviada donut é a mais comum. A primeira utilização desta versão data de 1929, num artigo do jornal Los Angeles Times, em que o autor, Bailey Millard, brincava com o declínio da ortografia naquele país e dava exemplos de palavras mal escritas. Donut era um dos exemplos. A empresa Dunkin’ Donuts, fundada em 1948, é a mais antiga a usar a variação donut no seu nome.”

Ingredientes:

Donuts:

  • 3 ovos
  • 170 g açúcar fino
  • 450 g farinha de trigo
  • 40 g margarina derretida
  • 100 ml leite
  • 1 colher de chá de aroma de baunilha
  • 3 colheres de chá de fermento em pó
  • 1/2 colher de sal
  • Noz Moscada q.b.
  • Óleo vegetal para fritar q.b.

Cobertura:

  • 2 chávenas de açúcar em pó
  • 1,5 colher de chá de aroma de baunilha
  • 2 colheres de sopa de leite
  • Gotas de corante q.b.
  • Confetes q.b.

Confeção:

  1. Colocar os ovos numa taça e acrescentar o açúcar fino e o aroma de baunilha, batendo tudo com a batedeira até ficar um creme esbranquiçado.
  2. Noutro recipiente, misturar a farinha de trigo, o sal, o fermento em pó e a noz moscada.
  3. De seguida, juntar, ao preparado anterior, um terço da farinha, a margarina derretida e metade do leite.
  4. Envolver tudo e acrescentar o resto da farinha em duas vezes, intercalada com o restante leite.
  5. Depois de trabalhar a massa com uma espátula, tratar de a tapar com um pano, de forma a deixá-la repousar durante 30 a 40 minutos, para que fique mais consistente.
  6. Passado esse tempo, aquecer o óleo numa frigideira, que com a ajuda do rolo, estender a massa polvilhada com farinha.
  7. Cortar a massa em círculos, retirar o centro e reservar.
  8. Fritar um donut de cada vez, e ir retirando para um prato com papel absorvente.
  9. Por fim, tratar da cobertura, misturando muito bem o açúcar em pó com o aroma de baunilha e o leite gordo.
  10. Terminar com algumas gotas de corante à sua escolha no preparado anterior, para logo a seguir mergulhar cada donuts na cobertura e salpicar com confetes a seu gosto.

(fonte: https://www.24kitchen.pt/receita/donuts,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rosquinha)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O Pão de Ló da minha Infância!

É com imenso carinho que recordo parte da minha infância, juntamente com a minha mãe, na cozinha da antiga casa de Leiria…

E era com todo o gosto que, por exemplo, a ajudava a preparar a massa dos bolos para os dias de festa, ou simplesmente para o almoço de domingo…

Depois, como ainda não havia computadores, consolas ou quaisquer telemóveis, gostava de ir para a rua brincar com as minhas bonecas, ou então de andar de baloiço com as minhas amigas, bem como de jogar com elas ao “elástico” ou ao “lencinho”…

Só sei que é sempre uma grande alegria, sobretudo na altura em que o bolo vai para o forno, pois é nessa altura exata que, cá em casa, se pega na tigela de bater a massa e existe a grande oportunidade de, recordando os tempos de outrora, digamos que, «provar» a massa crua, bem como aquela que ainda resta na espátula intitulada de Salazar:

«Em Portugal, termo sábio que vem mais uma vez demonstrar a enorme capacidade criativa do Zé Povinho, sabendo fazer a analogia perfeita entre um utensílio que tem por finalidade evitar o desperdício, limpando ou rapando tudo e não deixando nada, e o homem que, à altura, tinha sido Ministro das Finanças (Fazenda) e depois Presidente do Conselho de Ministros que liderou durante 40 anos, e … outras histórias que agora não são para aqui chamadas.” (Neves, AJ)»

Pois bem: agora contem-me lá, meus caros leitores deste Blog, qual é que é, afinal, o bolo tradicional que só leva ovos, farinha e açúcar?

É o… Pão de Ló:

«Pensa-se que surgiu como doce conventual em Ovar e que a sua confecção é anterior ao século XVIII. “ló” significa escumilha, isto é um tecido fino e transparente, mas também, e isto é que é interessante, significa o lado onde sopra o vento, ou seja o barlavento. Pensa-se que de início, o pão-de-ló era apelidado de “bolo de castela” e que só depois foi nomeado de “ló”. Seja como for nos dois casos o nome evoca a sua característica de leveza. Quando os portugueses chegaram ao Japão em 1541, tendo sido os primeiros europeus a embarcarem nessa ilha, os nipônicos adoptaram esse bolo de “castela” e chamaram-no de Kasutera ou Kastera (correspondendo estas formas a dificuldades de dicção). Em França este tipo de bolo é chamado de genovês ou “genoise” e pensa-se que a sua origem vem do Gênova, no norte da Itália. Já na Itália, chama-se “Pan di spagna”, ou seja pão de Espanha. No Reino Unido tem o nome de “sponge cake”.»

É que nem é preciso adicionar-se qualquer tipo de fermento, bastando bater-se a respetiva massa cerca de 30 minutos!

E se, por acaso, tiverem, na vossa casa, as formas de barro, tanto melhor, porque o resultado será ainda mais próximo do original, bem como a possibilidade de utilizarem um forno a lenha, tal como podem ver aqui!

Então não percamos mais tempo e vamos já para a cozinha preparar este belíssimo bolo, pode ser?

Só uma pequena nota antes: dependendo do gosto de cada um, e naturalmente da receita que é utilizada por cada região do nosso lindo país (Pão de Ló de Ovar, de Margaride, de Alfeizeirão, etc), para além do facto de também servir de base para outros doces (fofos de Belas, sopa dourada, etc), aconselho-vos vivamente a deixarem a massa cozer no forno só até entre 15 a 20 minutos, de forma a ficar ainda húmido por dentro.

RECEITA DA CATEGORIA DE TRADIÇÕES: Pão de Ló

Ingredientes:

  • 4 gemas de ovo
  • 4 ovos inteiros
  • 1/2 de colher de café de sal
  • 220 g de açúcar
  • açúcar em pó q. b.
  • 155 g de farinha de trigo

Confeção:

  1. Aquecer o fogo a 180º C;
  2. Preparar a forma do bolo, forrando-a com folhas de papel vegetal, para criar o formato tradicional do Pão de Ló e reservar;
  3. Bater as gemas e os ovos com o sal por 30 minutos, com uma batedeira elétrica em velocidade alta;
  4. Juntar o açúcar e bater por mais dez minutos;
  5. Polvilhar a farinha por cima da massa e misturar com uma espátula, fazendo movimentos circulares do fundo para cima até a farinha ser absorvida;
  6. Verter a massa na forma, com cuidado, para depois a colocar no forno cerca de 20 minutos, tapando-a ainda, com algum jeito, com uma folha de papel de alumínio;
  7. Retirar o bolo do forno e servir com um pouco de açúcar em pó por cima, devendo-se, por tradição, partir-se à mão em vez de se cortar com a faca.

(fontes: https://www.cozinhadamarcia.com.br/receitas/pes/pao-de-lo-portugues,

http://etimoteca.blogspot.com/2011/12/pao-do-lo.html,

https://www.dicionarioinformal.com.br/significado/salazar/595/)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Ementa Especial para o Dia dos Namorados!

Como é que seria o mundo, se por acaso Adão e Eva não tivessem comido a maçã, ou, por outras palavras, o… «fruto proibido»?

E, curiosamente, a mesma fruta já foi protagonista de vários momentos da história da humanidade, tais como:

  • Branca de Neve: o conto clássico, escrito pelos Irmãos Grimm e imortalizado por Walt Disney, coloca novamente a maçã no centro da narrativa. Dessa vez, como um elemento de transição – ou ligação da história – entre a personagem principal, Branca de Neve, e sua opositora, a madrasta;
  • Newton: de acordo com a lenda, uma das grandes leis da ciência, a Lei da Gravidade, nasceu do puro acaso, quando uma maçã caiu da árvore e atingiu em cheio a cabeça de Isaac Newton, que meditava, na sombra, em um caloroso dia de verão;
  • Robin Hood: certamente, na simbologia dessa história clássica, nada se destaca mais que uma simples maçã, colocada cuidadosamente sobre a cabeça de um amigo fiel de Robin, a qual o herói, arqueiro exímio, com os olhos vendados, divide ao meio com uma flechada;
  • Os Beatles: a banda de rock mais famosa de todos os tempos foi visionária ao escolher a maçã como o ícone de seu selo discográfico. Muitos anos depois, já com sua extinção, um relançamento da discografia da banda foi colocado em um pendrive em forma de maçã;
  • Magritte: “O Filho do Homem”, do genial René Magritte, é uma pintura sobre óleo de 1964, considerada uma das obras mais importantes do surrealismo e cujo elemento principal é exatamente uma maçã, posta na frente do rosto de um homem que está virado para quem observa o quadro;
  • Steve Jobs: a famosa maçã mordida, logo e símbolo da empresa Apple, sofreu muitas transformações desde seu design original, embora nunca tenha abandonado uma estética minimalista, reflexo de uma ideia simples e poderosa, que foi capaz de mudar a história dos computadores.

(fonte: https://br.historyplay.tv/noticias/sempre-ela-fruta-do-pecado-original-de-newton-e-steve-jobs)

Já agora, sabiam que, a 21 de outubro, se comemora o Dia Internacional da Maçã?

É que, para além de ajudar na diminuição do colesterol e no controlo da diabetes, também nos dá receitas incríveis, estou certa?

E foi a pensar em tudo isto que me lembrei de começar, esta minha sugestão de Ementa Especial para o Dia de Namorados, pela intitulada receita da…  “Maçã do Amor”:

“As maçãs do amor são doces feitos de maçãs inteiras espetadas em palitos e mergulhadas em calda açucarada, geralmente misturadas ainda com corante alimentício vermelho, tal como o óleo de anilina. No Brasil, são comuns no período das festas juninas, sendo muito consumidas, também, no dia 12 de Janeiro, data mundialmente conhecida como The Sweet Apple day. Acredita-se que a data foi escolhida em homenagem ao ultrarromântico personagem Ferdinand Enriche do livro “Apple, the romantics fruit” que nasceu nesse dia.

Coincidentemente, a data foi registrada como a primeira aparição do doce em um parque de diversões em Paris (conhecida como cidade do romance), motivo pelo qual – em algumas regiões o nome Sweet Apple, foi substituído por Maçã do Amor, ou Romantic Apple. Outro motivo que levou ao reconhecimento internacional da data, foi a vitória do doce na premiação “Doce do século” Dolce del Secolo ocorrida em San Marino – Itália, no dia 11 de Janeiro, porém, o prêmio só foi entregue no dia 12 de Janeiro.

Desde então, é tradição presentear as pessoas que nasceram nesse dia – nos países em que a guloseima é consumida – com maçãs do amor.
O doce representa a união amorosa entre casais e namorados, em alguns lugares representa, ainda, o afeto entre amigos sendo comum presentear, mesmo que fora de época, os nascidos no dia internacional da Maçã do amor, 12 de Janeiro.

Acrescente-se ainda que… eu ainda sou do tempo em que… existia a série do… Barco do Amor!

Portanto, preparem-se para embarcar nesta viagem temperada pelo Amor, mas também pelo sabor de um Drink da cor da Paixão, ora entre uma garfada de arroz com sabor a açafrão, ora entre um pedaço de peito de perú suavemente recheado, para no fim se deliciarem loucamente com um churro coberto de molho enriquecido de chocolate

RECEITA DA CATEGORIA DE ESPECIAIS: Maçã do Amor

Ingredientes:

  • 3 chávenas de chá de açúcar 
  • 1 chávena de chá de água
  • 1 colher de café de corante vermelho em gel
  • 6 maçãs vermelhas
  • 6 palitos para gelado

Confeção:

  1. Lavar e secar bem as maçãs e reservar;
  2. Colocar, numa panela, a água a aquecer juntamente com o açúcar, para depois, assim que começar a ferver, colocar o preparado em lume baixo, mantendo-o assim cerca de 15 minutos;
  3. Se quiser, pode cortar a base das maçãs, para que fiquem de pé depois de caramelizadas; ou então será melhor preparar alguns cartões, com até uma frase romântica escrita do lado que ficar virado para baixo depois de «colar» as maçãs, tendo sido o que eu fiz;
  4. Quando a calda tiver pronta, devendo obter-se um «fio grosso», ao deixar cair um pouco da mesma sobre um prato, retirar do lume e, com a ajuda de um palito espetado em cada uma das maçãs reservadas anteriormente, mergulhar e girar uma maçã de cada vez na referida na calda, para que toda a superfície fique coberta, devendo proceder-se, assim, três vezes com cada uma delas, para logo a seguir colocar em cima de um dos cartões.
  5. Mais tarde, quando a calda secar, sugiro fazer um embrulho ao seu gosto e oferecer à sua… cara-metade!

RECEITA DA CATEGORIA DE BEBIDAS: Drink de Tomate e Pimento Assado com Tequilla e Tiras Crocantes de Bacon 

Ingredientes:

  • 1/4 de pimento vermelho assado sem pele
  • 1 fatia de limão
  • 6 palitos de bacon
  • sal e pimenta q. b.
  • 600 ml de sumo de tomate 
  • 400 ml de Tequilla
  • sumo de 6 limas

Confeção:

  1. Triturar, muito bem, o pimento vermelho assado, deixando-o em puré, e reservar;
  2. Levar as tiras de bacon a assar, num tabuleiro de ir ao forno, até tostarem, sendo que cada uma delas deve antes ser enrolada ao redor de um espeto, de forma a mais tarde conseguir-se manter esse mesmo formato dentro dos copos de servir;
  3. Num prato pequeno, misturar sal e pimenta em pó, para depois passar uma fatia de limão ao redor da borda de copos altos, cobrindo-as a seguir com essa mesma mistura de sal e pimenta;
  4. Numa jarra grande, mexer, muito bem, podendo até usar-se antes um liquidificador, o sumo de tomate, a tequilla, o sumo das limas e o puré de pimento vermelho assado;
  5. Temperar a gosto o preparado anterior com sal e pimenta, antes de verter nos copos, já previamente preenchidos com cubos de gelo e tiras de bacon crocante.

RECEITA DA CATEGORIA DE CARNE: Peito de Frango recheado com Cogumelos, Bacon e Pesto de Tomate Seco, acompanhado de Arroz Integral com Açafrão

Pesto de tomate seco

  • 1/2 chávena de tomate seco
  • 2 dentes de alho
  • 1/3 chávena de pinhões
  • 1/3 chávena de queijo ralado
  • 1/2 chávena de azeite
  • 1/3 chávena de folhas de manjericão

Peito de Frango recheado com Cogumelos, Bacon e Pesto de Tomate Seco

  • 4 peitos de frango
  • 4 colheres de pesto de tomate seco (ver receita abaixo)
  • 100 g de cogumelos frescos picados
  • 50 g de bacon picado
  • azeite, sal e pimenta q.b.
  • fio de culinária

Arroz Integral com Açafrão:

  • arroz integral necessária para 2 doses
  • 1 colher de café de açafrão

Confeção:

  1. Preparar o pesto de tomate seco, triturando todos os ingredientes indicados acima, e reservar;
  2. Preparar os peitos de frango recheados com cogumelos, bacon e pesto de tomate seco, começando por fazer um corte nos peitos de frango, de forma a obter um «envelope»;
  3. Temperar a carne anterior com sal e pimenta e reservar;
  4. Num tacho, colocar o bacon picado, deixando-o alourar em lume brando, para logo a seguir juntar os cogumelos picados e deixar saltear tudo durante alguns minutos;
  5. Barrar os peitos de frango com o pesto de tomate seco, sem esquecer de distribuir a mistura de bacon e cogumelos antes de os enrolar devidamente com a ajuda de um fio de culinária;
  6. Colocar os peitos de frango num tabuleiro untado com um pouco de azeite, levando-os ao forno a 180ºC, durante cerca de 30 minutos, sugerindo regá-los de quando em vez com o molho que se vai formando;
  7. Preparar o arroz integral de acordo com a embalagem, juntamente com o açafrão.

RECEITA DA CATEGORIA DE SOBREMESAS: Churros com Molho de Chocolate

Ingredientes:

Massa:

  • 250 ml de água
  • 75 g de margarina
  • 140 g de farinha de trigo
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de café de sal
  • 2 ovos
  • (óleo de fritar)

Cobertura:

  • 4 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de canela

Molho de Chocolate:

  • 200 ml de natas
  • 200 g de chocolate em barra
  • 1 colher de sopa de mel
  • q. b. de raspas de laranja

Confeção:

  1. Para fazer a massa, começar por colocar a água a ferver;
  2. Juntar a margarina, o açúcar e o sal;
  3. Assim que o açúcar dissolver e a margarina estiver derretida, peneirar a farinha de trigo sem fermento, mexendo tudo muito bem até ficar homogéneo;
  4. Transferir o preparado anterior para a taça de uma batedeira elétrica, juntar aí os ovos, deixando envolver tudo muito bem, mas só depois de deixar arrefecer um pouco o referido preparado anterior;
  5. Colocar óleo a aquecer numa frigideira e introduzir a massa anterior dentro de um saco de pasteleiro;
  6. Quando o óleo estiver bem quente, deitar tiras de massa sobre o óleo e deixar que fiquem bem douradas de ambos os lados, antes de as passar para um prato com papel absorvente;
  7. Cobrir os churros com a mistura entretanto feita com o açúcar e a canela;
  8. Preparar o molho de chocolate, colocando, num tacho, as natas, o chocolate em barra, as raspas de laranja e o mel, levando tudo ao lume até derreter.
  9. Servir os churros juntamente com o molho de chocolate.

(fonte: https://www.24kitchen.pt/receita/churros-com-molho-de-chocolate,

https://lifestyle.sapo.pt/sabores/receitas/maca-do-amor,

http://www.hojeparajantar.com/2019/02/peito-de-frango-recheado-com-cogumelos.html,

https://www.seriouseats.com/recipes/2015/05/mezcal-bloody-mary-roasted-jalapeno-bacon-recipe.html)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Gelado de Morango coberto de Chocolate e Pistachos Picados

E se terminámos o mês de janeiro com grande instabilidade, chuva e vento forte, parece que começámos o mês de fevereiro numa espécie de… “verão no inverno”, tal como se pode demonstrar pelas altas temperaturas registadas, por agora, em Portugal e grande parte da Europa!

Mas qual é que é, afinal, o motivo para tamanha anomalia, ao nível da subida de temperatura nesta altura do ano?

Pode ler-se aqui que:

“Segundo os meteorologistas, tal situação dever-se-ia ao chamado jet stream, ou corrente de jato que caso se desenvolva poderá apresentar ondulações muito pronunciadas. Com isto, o cenário é de altas pressões atmosféricas, que bloqueia a passagem de correntes de ar mais frio.”

Portanto, nada melhor do que aproveitarmos a época e… deliciarmo-nos com um bom gelado de morango coberto de chocolate e pistachos picados, não é verdade?

Vamos então passar já à receita, sendo bastante simples, apesar de ter de ser planeada algumas horas antes de servir, nomeadamente devido ao tempo necessário para os ditos gelados permanecerem no congelador até solidificarem?

RECEITA DA CATEGORIA DE ESPECIAIS: Gelado de Morango coberto de Chocolate e Pistachos Picados

Ingredientes:

  • 500 g morangos
  • 10 colheres de sopa de água
  • 3 colheres de sopa de açúcar
  • 300 g de chocolate culinária
  • 3 colheres de sopa de óleo de amendoim
  • pistachos picados q. b.

Confeção:

  1. Lavar, arranjar e triturar os morangos;
  2. Aquecer a água com o açúcar, deixando ferver 2 a 3 minutos, para depois adicionar esta calda ao puré de morango;
  3. Verter o preparado anterior nas formas de gelado, fechando-as bem com o pau de gelado;
  4. Deixar solidificar, no mínimo, 5 horas no congelador;
  5. Próximo da altura de servir, derreter o chocolate em banho-maria, juntamente com o óleo de amendoim, deixando-o depois arrefecer um pouco;
  6. Desenformar os gelados, envolvendo-os logo de seguida no chocolate derretido, bem como nos pistachos picados, de forma a levá-los novamente ao congelador, dispostos sobre papel vegetal, durante alguns minutos.

(fonte: https://www.pingodoce.pt/receitas/gelado-de-morango-com-chocolate/,

https://anamargaridapalmeiraebomeeugosto.blogs.sapo.pt/gelados-de-natas-e-chocolate-branco-32122)